Ao falar no encerramento do VII Conselho Consultivo do sector, o ministro disse que o mesmo não foi concluído por razões de ordem financeira.
Revelou que o programa prevê a conclusão do sistema de abastecimento de água à cidade de Moçâmedes e Sumbe e o início de execução dos projectos de construção dos novos sistemas das cidades do Huambo, Malanje, Mbanza Congo, Cuito, Cabinda e Menongue.
“A conclusão das obras de construção dos sistemas municipais de Quibaxe, Calai, Cuito Cuanavale, Tômbwa, Bolongongo e Belize e o início da construção de novos sistemas em 27 outras sedes municipais, cuja conclusão deverá ocorrer a partir do final do próximo ano”, disse.

Obras em execução

Para a província de Luanda, onde a escassez de água potável atinge níveis significativos, o ministro anunciou a conclusão da construção dos centros de distribuição do Marçal e Cazenga, assegurando desta forma a ampliação e operacionalidade das principais
instalações existentes.
“Está em fase de conclusão o Projecto de expansão das ligações domiciliares, cuja meta é atingir as 750 mil, e que tem permitido levar ao domicílio, em muitos casos pela primeira vez, água potável”, acrescentou.
Referiu que nos últimos meses, com a aprovação do Plano de Acção da Epal, foi lançada a construção de um amplo pacote de projectos visando ampliar em pelo menos mais 500 mil metros cúbicos por dia, a disponibilidade de água potável, incluindo Estações de Captação e Tratamento, Centros
de Distribuição e Adutoras.
“Continuamos a registar elevada preocupação com a manutenção e operacionalidade dos sistemas construídos, em particular nas zonas rurais e interior do país, onde urge que se assegure a necessária capacidade
técnica e financeira”, observou.
No domínio institucional, o sector vai registar a criação das empresas provinciais do Namibe, Moxico, Cabinda e Bengo, cujos conselhos de administração deverão ser empossados proximamente.
Pretende-se com a criação desA execução do programa “Água para Todos” atingiu 67 por cento da população rural, segundo fez saber, recentemente, na cidade de Moçâmedes, província do Namibe, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.
Ao falar no encerramento do VII Conselho Consultivo do sector, o ministro disse que o mesmo não foi concluído por razões de ordem financeira.
Revelou que o programa prevê a conclusão do sistema de abastecimento de água à cidade de Moçâmedes e Sumbe e o início de execução dos projectos de construção dos novos sistemas das cidades do Huambo, Malanje, Mbanza Congo, Cuito, Cabinda e Menongue.
“A conclusão das obras de construção dos sistemas municipais de Quibaxe, Calai, Cuito Cuanavale, Tômbwa, Bolongongo e Belize e o início da construção de novos sistemas em 27 outras sedes municipais, cuja conclusão deverá ocorrer a partir do final do próximo ano”, disse.

Obras em execução

Para a província de Luanda, onde a escassez de água potável atinge níveis significativos, o ministro anunciou a conclusão da construção dos centros de distribuição do Marçal e Cazenga, assegurando desta forma a ampliação e operacionalidade das principais
instalações existentes.
“Está em fase de conclusão o Projecto de expansão das ligações domiciliares, cuja meta é atingir as 750 mil, e que tem permitido levar ao domicílio, em muitos casos pela primeira vez, água potável”, acrescentou.
Referiu que nos últimos meses, com a aprovação do Plano de Acção da Epal, foi lançada a construção de um amplo pacote de projectos visando ampliar em pelo menos mais 500 mil metros cúbicos por dia, a disponibilidade de água potável, incluindo Estações de Captação e Tratamento, Centros
de Distribuição e Adutoras.
“Continuamos a registar elevada preocupação com a manutenção e operacionalidade dos sistemas construídos, em particular nas zonas rurais e interior do país, onde urge que se assegure a necessária capacidade
técnica e financeira”, observou.
No domínio institucional, o sector vai registar a criação das empresas provinciais do Namibe, Moxico, Cabinda e Bengo, cujos conselhos de administração deverão ser empossados proximamente.
Pretende-se com a criação desA execução do programa “Água para Todos” atingiu 67 por cento da população rural, segundo fez saber, recentemente, na cidade de Moçâmedes, província do Namibe, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.
Ao falar no encerramento do VII Conselho Consultivo do sector, o ministro disse que o mesmo não foi concluído por razões de ordem financeira.
Revelou que o programa prevê a conclusão do sistema de abastecimento de água à cidade de Moçâmedes e Sumbe e o início de execução dos projectos de construção dos novos sistemas das cidades do Huambo, Malanje, Mbanza Congo, Cuito, Cabinda e Menongue.
“A conclusão das obras de construção dos sistemas municipais de Quibaxe, Calai, Cuito Cuanavale, Tômbwa, Bolongongo e Belize e o início da construção de novos sistemas em 27 outras sedes municipais, cuja conclusão deverá ocorrer a partir do final do próximo ano”, disse.

Obras em execução

Para a província de Luanda, onde a escassez de água potável atinge níveis significativos, o ministro anunciou a conclusão da construção dos centros de distribuição do Marçal e Cazenga, assegurando desta forma a ampliação e operacionalidade das principais
instalações existentes.
“Está em fase de conclusão o Projecto de expansão das ligações domiciliares, cuja meta é atingir as 750 mil, e que tem permitido levar ao domicílio, em muitos casos pela primeira vez, água potável”, acrescentou.
Referiu que nos últimos meses, com a aprovação do Plano de Acção da Epal, foi lançada a construção de um amplo pacote de projectos visando ampliar em pelo menos mais 500 mil metros cúbicos por dia, a disponibilidade de água potável, incluindo Estações de Captação e Tratamento, Centros
de Distribuição e Adutoras.
“Continuamos a registar elevada preocupação com a manutenção e operacionalidade dos sistemas construídos, em particular nas zonas rurais e interior do país, onde urge que se assegure a necessária capacidade
técnica e financeira”, observou.
No domínio institucional, o sector vai registar a criação das empresas provinciais do Namibe, Moxico, Cabinda e Bengo, cujos conselhos de administração deverão ser empossados proximamente.
Pretende-se com a criação desA execução do programa “Água para Todos” atingiu 67 por cento da população rural, segundo fez saber, recentemente, na cidade de Moçâmedes, província do Namibe, o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges.
Ao falar no encerramento do VII Conselho Consultivo do sector, o ministro disse que o mesmo não foi concluído por razões de ordem financeira.
Revelou que o programa prevê a conclusão do sistema de abastecimento de água à cidade de Moçâmedes e Sumbe e o início de execução dos projectos de construção dos novos sistemas das cidades do Huambo, Malanje, Mbanza Congo, Cuito, Cabinda e Menongue.
“A conclusão das obras de construção dos sistemas municipais de Quibaxe, Calai, Cuito Cuanavale, Tômbwa, Bolongongo e Belize e o início da construção de novos sistemas em 27 outras sedes municipais, cuja conclusão deverá ocorrer a partir do final do próximo ano”, disse.

Obras em execução

Para a província de Luanda, onde a escassez de água potável atinge níveis significativos, o ministro anunciou a conclusão da construção dos centros de distribuição do Marçal e Cazenga, assegurando desta forma a ampliação e operacionalidade das principais
instalações existentes.
“Está em fase de conclusão o Projecto de expansão das ligações domiciliares, cuja meta é atingir as 750 mil, e que tem permitido levar ao domicílio, em muitos casos pela primeira vez, água potável”, acrescentou.
Referiu que nos últimos meses, com a aprovação do Plano de Acção da Epal, foi lançada a construção de um amplo pacote de projectos visando ampliar em pelo menos mais 500 mil metros cúbicos por dia, a disponibilidade de água potável, incluindo Estações de Captação e Tratamento, Centros
de Distribuição e Adutoras.
“Continuamos a registar elevada preocupação com a manutenção e operacionalidade dos sistemas construídos, em particular nas zonas rurais e interior do país, onde urge que se assegure a necessária capacidade
técnica e financeira”, observou.
No domínio institucional, o sector vai registar a criação das empresas provinciais do Namibe, Moxico, Cabinda e Bengo, cujos conselhos de administração deverão ser empossados proximamente.
Pretende-se com a criação destas empresas, segundo o governante, uma crescente capacidade técnica e operacional para prestar um serviço de qualidade aceitável e, ao mesmo tempo, um incremento das receitas provenientes das cobranças, capazes de suportar os custos de exploração no dia-a-dia.

Projectos ambiciosos

No âmbito do Plano Nacional de Águas, que vai até 2040, João Baptista Borges sublinhou a conclusão da recuperação das barragens da Matala e do Calueque, no rio Cunene, que permitirá ampliar a capacidade de regulação dessa importante bacia, embora restem ainda obras complementares por executar, para atender as necessidades de irrigação nas margens desta importante bacia.
A reposição da rede hidrométrica nacional é outra vertente do investimento em curso, que permitirá recolher os registos docomportamento das bacias hidrográficas nacionais, tão importante no planeamento e gestão dos nossos recursos hídricos.
“Estamos preocupados com a disponibilidade de recursos humanos e sua capacitação, e nesta senda, foi concluída a construção do primeiro centro de formação no domínio das águas, (O centro de Onga Zanga) sendo agora importante que se criem as condições para o seu pleno funcionamento”, finalizou.

Mais electricidade

Quanto ao sector eléctrico, o ministro afirmou que a conclusão da construção da segunda central de Cambambe e o seu sistema de transporte associado, bem como a continuidade de execução dos principais projectos estruturantes, com entrada em operação no decurso do II semestre, permitirão o aumento da produção.
“Em complemento à execução de tais projectos, foi construído um extenso corredor de alta tensão entre Luanda e o Soyo, que já permitiu fazer chegar energia aos municípios do Soyo, Nzeto e que no próximo mês chegará a
Mbanza Congo”, disse o ministro.
A partir do final de 2018, acrescentou, o corredor em construção, entre Laúca, Waco Kungo e Huambo, que interligará assim os sistemas Norte e Centro potenciará a electrificação das províncias
do Cuanza Sul e Huambo.
“Como resultado da ainda significativa capacidade de produção térmica instalada (cerca de 40 por cento do total), e dos elevados custos de manutenção da mesma, aliados a uma degradação da situação financeira das empresas do sector, tem sido desafiante a tarefa de manter as centrais térmicas em funcionamento, assim como assumir os compromissos contratuais com os diferentes prestadores
de serviço”, acrescentou.
Relativamente ao alargamento da matriz energética, disse que tem desenvolvido acções de coordenação de um programa de cooperação com a Agência Internacional de Energia Atómica- AIEA, com projectos em que intervêm outros sectores, como os ministérios da Saúde, da Ciência e Tecnologia, da Agricultura e da Defesa.
Para o efeito, foi  criada recentemente a comissão multissectorial encarregue de projectar o desenvolvimento do país até ao horizonte 2050, da qual faz parte o Ministério da Energia e Águas.
A elaboração de tal estratégia de desenvolvimento afigura-se de grande importância na perspectiva de uma gestão e aproveitamento sustentável de todos os recursos energéticos primários, bem como hídricos, de que o país dispõe, na perspectiva de uma completa universalização do acesso aos mesmos.
Para os próximos anos, a produção de energia deverá ser globalmente elevada, em todo o país, não só com a conclusão dos dois grandes projectos estruturantes no domínio hídrico e gás natural, bem como com o reforço de capacidade de geração térmica no Huambo e Cuito, Lubango, Namibe, Benguela, Luena e Saurimo.