A melhoria das contas do subsector das águas passa pela minimização das despesas e rentabilização dos custos, de modo a ter os indicadores de operações mais próximos dos ideais. Essa é a justificação do secretário de Estado das Águas, Lucrécio Costa, que falava à margem da apresentação de resultados de 2018. O governante anunciou para breve um encontro de trabalho entre as empresas públicas do sector das Águas e o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), a fim de se afinar o desempenho na prestação dos resultados, já que considerou um exercício positivo, pois vai permitir ter uma apreciação da evolução das empresas públicas ao longo deste ano. Do ponto de vista do rigor, Lucrécio Costa disse estar a bom caminho e há mais mais realismo. “As contas aprovadas sem reservas, nos remetem a um exercício positivo, já as contas com reservas nos remetem ao “slogan” corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”. Quanto ao acesso à água potável, assegurou a existência de investimentos a serem feitos nas províncias do Namíbe e Bié. Nas províncias Zaire, Cabinda e Huambo os projectos são de maior impacto, conforme refere.