Ao todo serão desenvolvidos trabalhos numa extensão de 100 quilómetros de infra-estruturas integradas, entre estradas, equipamentos sociais e outros 17 de rede de abastecimento de água potável à nova centralidade da Quilemba, assim como arranjos em exteriores em quatro unidades de lazer, segundo o responsável da empresa fiscalizadora, Dar Angola, Ismael dos Santos.
O gestor afirmou que este é um projecto que reflecte um trabalho de coordenação, no seguimento do plano director do Lubango, elaborado em 2002 pelo governo da Huíla e o então Ministério do Urbanismo e Construção, um documento cuja execução seria feita num horizonte de 25 anos, cuja primeira fase é esta e
será concluída em três.
Ao todo serão intervencionadas 31 ruas, a maior parte delas no casco urbano e outras restantes em novas zonas residenciais, como parte dos bairros da Senhora do Monte, Mapunda e Santo António.
No jardim defronte a sede do Caminho-de-ferro de Moçâmedes vão nascer novos equipamentos sociais como um centro de protecção ambiental, um
espaço infantil e biblioteca.

Resgatar a imagem

Na ocasião, a ministra do Urbanismo e Habitação, Branca do Espírito Santo, considerou que o auto de consignação das obras das de infra-estruturas integradas do Lubango, representa um marco que vai resgatar a imagem antiga da cidade.
Falando à imprensa, à margem da cerimónia de consignação, Branca do Espírito Santo disse tratar-se de um projecto que vai contribuir para que o Lubango que conheciamos anteriormente volte às nossas memórias.
Por sua vez, o administrador do Lubango, Francisco Barros Leonardo, revelou que o acto “uma grande satisfação para a administração e para os munícipes”.
O acto de consignação que decorreu no palácio do governo provincial e foi testemunhado pela ministra do Urbanismo e Habitação, Branca do Espírito Santo, pelo seu homólogo das Finanças, Archer Mangueira, assim como pelo governador local, Marcelino Tyipinge.