A dívida geral que os consumidores têm para com a Empresa de Águas e Saneamento de Benguela, de acordo com Jaime Alberto, atinge actualmente mais de 2 mil milhões de kwanzas (2.012.825.736.64).
Com 730 trabalhadores, um número considerado de excessivo pelo PCA da Easb, a empresa mantém a sua contribuição para com segurança social dos
seus trabalhadores regular.
Face ao actual quadro económico e financeiro, a empresa pública de águas de Benguela foi forçada a investir no sistema para garantir o normal funcionamento do equipamento e fornecer água com regularidade aos bairros emergentes de Benguela e a Baía Farta.
Foram implementadas algumas condutas que estavam previstas na etapa complementar como é o caso da conduta de 300 metros cúbicos, que liga até a R-4 e construída outra para o reforço do abastecimento de água no sistema da ETA-Benguela, onde havia um défice de água.
Esta medida permitiu que a água proveniente da ETA-Luongo e a do Campo de Furos de Benguela atingisse a capacidade de distribuir 100 por cento da produção da empresa e a colocação de todo o sistema a trabalhar 24 horas ao dia.
O sistema de produção e distribuição do projecto de “Águas de Benguela” está num estado avançado de degradação.
O projecto integra seis electrobombas que distribuem água para toda zona alta da cidade de Benguela e Baía-Farta, depois de 20 anos se degradou. AG