A campanha de comercialização do café mabuba, no município de Bologongo, província do Cuanza Norte, pós à disposição do mercado, esta semana, um total de seis toneladas e 79 quilogramas.
De acordo com o responsável local da Agricultura, António Teque Nzinga, em declarações à Angop, o produto disponibilizado foi comprado na totalidade pela empresa “Mafcom Ltd” ao preço de 200 kwanzas/kg.
António Teque Nzinga sublinhou que tal facto animou os cafeicultores locais, que prometeram incrementar os níveis de produção nos próximos tempos.
Por outro lado, indicou que a sessão de venda contou com a participação de 15 produtores da sede municipal e que o negócio foi realizado graças aos contactos da administração municipal do Bolongongo com a referida empresa.
Deste modo, Teque Nzinga defende a continuidade de iniciativas do género para ajudar a despachar as várias toneladas de café que se encontram armazenadas e em posse dos produtores, por falta de compradores.
“A comercialização regular vai impulsionar os cafeicultores a apostar mais na produção”, disse.
Outro motivo de satisfação para os cafeicultores e responsáveis do sectyor na província está no facto de o preço ter passado dos anteriores 60 kwanzas aos actuais 200, deixando em aberto um cenário bem mais motivador para todos que intervêm na cadeia produtiva.

Quantidades armazenadas

Sobre as quantiidades de café em “stock”, o responsável referiu que se encontram ainda armazenadas cerca de três toneladas e 987 quilogramas de café Mabuba por se comercializar.
Os dados disponibilizados dão conta de que a região controla 295 produtores de café, dos quais 39 exercem a actividade e outros estão inactivos por dificuldades financeiras para a reactivação das fazendas.
Na presente campanha agrícola foram colhidas no município do Bolongongo, cerca de 10 toneladas de café Mabuba.
Recentemente, os munícipes de Bolongongo, localidade que dista a 150 quilómetros de Ndalatando, a capital da província, manifestaram elevada satisfação com a evolução dos serviços de saúde na circunscrição.
Além do aumento das unidades sanitárias, o governo da província está a preencher com mais médicos todas as unidades.