A 3ª Expo-Indústria e 15ª Projekta 2018 contou com a participação de mais de 200 expositores, tendo distinguido 11 empresas “melhores expositoras”, ligadas ao ramo de apoio à indústria, construção civil e obras públicas, arquitectura e decoração, equipamentos e materiais de construção.
Realizadas simultaneamente de 14 a 17 de Novembro, na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, decorreu sob o lema “Crescer e fazer Crescer”, e contou com um investimento de 250 milhões de kwanzas.
A iniciativa contribuiu na promoção e aumento da produção nacional, fomento das relações empresariais, permitir maior interacção, para dar resposta às necessidades do país nos Sectores da Indústria e Construção Civil.
Ambiente de negócios
O Executivo está a elaborar uma pauta de produtos da cesta básica, produzidos no país, com vista a criar um ambiente de negócios que permita os produtores nacionais apoiarem na redução das necessidades de divisas para importação.
Considerou à imprensa, o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Frederico Cardoso, quando visitou alguns stands da feira, tendo destacado que Angola poderá ter uma indústria que satisfaça as necessidades do consumo local e consiga também exportar para os mercados da África Central, Austral, assim como para
fora do continente.
“Temos um país com desafios para frente, e com a capacidade e inteligência dos nossos produtores, de forma gradual vão apoiar na redução de um conjunto de produtos que têm sido importados”, frisou.
Para ele, este dinamismo vai facilitar na melhoria de respostas não só nas capacidades locais, assim como contribuir para o crescimento do parque industrial do país, consequentemente o aumento dos postos de trabalho para os jovens.
“Pude constatar a capacidade em vários ramos, como o da Construção Civil, Indústria imobiliária, bebidas entre outros. Há vários domínios, dos quais, o Governo vai continuar a apostar no sentido de se criar um ambiente de negócios favorável para o desenvolvimento nacional da indústria, para que se reduzam os custos em divisas, além do aumento da produção local”, reiterou o ministro de Estado.