O centro de investigação agronómica do Kilombo, em Ndalatando, província do Cuanza Norte, já iniciou os ensaios e experiência da mandioca, milho, batata-doce e outras plantas, além da adaptação de variedade de sementes, mas a falta de energia eléctrica e mecanismos de investigação por internet está a comprometer os trabalhos de investigação e pesquisa.
De acordo com a chefe da Estação e Experimental Agrícola do Kilombo, Helena de Almeida, o projecto também está a fazer o cruzamento e selecção de variedades, e é uma das unidades pertencentes ao Instituto de Investigação Agronómica de Angola, que tem a sua sede na província do Huambo, pelo que a investigação serve de suporte para a produção.
Localizado numa área de aproximadamente 100 hectares, apenas 10 estão em exploração, pelo que grande parte encontra-se apossada pela população camponesa.
O edifício principal está apetrechado com mobiliário e equipamentos técnicos e laboratoriais e conta neste momento