O Fundo de Apoio Social (FAS) vai até 2022 financiar a construção de 170 escolas, 90 postos e centros de saúde e 50 residências para professores e enfermeiros nas administrações municipais.
Segungo o director do FAS, Santinho Figueira, a instituiçãopretende construir igualmente mercados municipais, dinamizar o projecto “Água para Todos”, assim como saneamento
básico nos municípios.
Para esta fase que se estende até 2022, o responsável disse que a prioridade vai recair sobretudo para as províncias da Lunda Norte, Lunda Sul, Uíge,
Zaire e Cuando Cubango.

Planos
Santinho Figueira disse que o seu pelouro vai apostar na elaboração de planos de desenvolvimento municipais, assim como os perfis para dinamizar a vida nos municípios.
Por isso, afirmou que com a injecção de 70 milhões de dólares pelo Banco Mundial, para gerir até 2022, a organização vai encabeçar acções de formação destinadas a melhorar o desempenho dos quadros da administração pública do Estado, assim como a elaboração dos planos de desenvolvimento local, bem como os respectivos perfis para dinamizar o
desenvolvimento local.
Segundo explicou, o Fundo de Apoio Social (FAS) consta entre os principais parceiros do governo angolano, na elaboração e execução de políticas voltadas ao desenvolvimento local.

Acções
No mercado desde 1994, o Fundo de Apoio Social (FAS), já beneficiou de forma directa mais de dois milhões de angolanos.
Até à presente data, a instituição já desembolsou mais de 200 milhões de dólares em projectos, que vão desde a construção de escolas, postos médicos, salas de aula, micro-crédito, assim como apoio à actividade de pesca continental, bem como doações diversas para professores, enfermeiros e munícipes um pouco por todo o país.

Formação
As acções de formação que vão ser desenvolvidas ao longo deste período vão versar sobretudo em matérias das autarquias locais, planificação das despesas municipais, estudos de viabilidade económica, assim como o acompanhamento a estagiários interessados em trabalhar nas
administrações municipais.
O responsável apoia o reforço das competências administrativas e financeiras dos municípios para que os quadros se possam fixar nestas localidades.
Segundo apontou, as administrações municipais um pouco por todo o país ainda não dispõem de quadros de que necessitam para desenvolver a actividade a nível local.
90 por cento dos administradores não vivem nas suas áreas de jurisdição, mas sim nas grandes cidades. o que dizer
do técnico, questionou.