Marco Nhunga lançou este anúncio durante a sua visita de trabalho de um dia à província do Huambo, que serviu para preparar o ano agrícola 2017/2018, cujo arranque está previsto para o mês de Julho próximo.
O ministro assegurou que todos os esforços estão a ser desenvolvidos para que este projecto venha a ser um facto ,e Perspectivou para este ano o início das obras de construção das fábricas, sem revelar o número, sendo
que Luanda poderá ter uma.
Afirmou, por outro lado, que o país tem muita matéria-prima para a produção de fertilizantes, sobretudo nas províncias do Zaire e Cabinda, por produzirem petróleo, a partir do qual se pode extrair a ureia, sulfato de amónio, entre outros derivados.
Segundo disse, o projecto de construção de fábricas enquadra-se no programa do governo, para os próximos três anos, no sentido de resolver a carência tremenda de insumos, para a revitalização do sector agrário, devido os desafios que se colocam no processo de diversificação da economia nacional.
“Enquanto as fábricas não começam a produzir, o ministro informou que o Governo vai continuar a importar fertilizantes, em grandes quantidades, tendo já um convénio com o Reino do Marrocos, de onde virão enormes quantidades para satisfazer a grande procura nacional”, frisou.

Ano agrícola 2017/ 2018

O ministro sublinhou que o sector da agricultura traçou um plano de concertação com todos os governos provinciais com vista à preparação da campanha agrícola 2017/ 2018, por formas a discutir as estratégias a adoptar para que
decorra sem sobressaltos.
A visita do ministro da Agricultura ao Huambo serviu também para delinear com o Governo local as estratégias, os meios a alocar para apoiar os camponeses e agricultores antes e durante a campanha, os prazos, as quantidades e a forma como vai ser estruturada.
“O senhor governador pediu-nos para virmos aqui no Huambo para em conjunto vermos que meios é que a província vai receber no quadro da campanha agrícola, quantos meios é que o Governo da província pretende atribuir às famílias camponesas e em conjunto estruturarmos a própria campanha como tal, para evitar exactamente o que acontecia nas épocas passadas”, sublinhou o ministro.
“Temos metas por alcançar, não queremos que os governos provinciais recebam sementes, adubos e os instrumentos de trabalho como charruas, catanas enxadas, limas e
outros muito tarde”, disse.