Nas centralidades erguidas em Luanda, fruto da construção e apetrechamento de centrais de tratamento de água (ETA) próprias, os moradores raramente são afectados pelo constrangimento que é a falta do líquido precioso. Radiantes os consumidores ouvidos pela reportagem do JE, na centralidade do Kilamba, elogiam o trabalho realizado pela Epal em parceria com a administração da centralidade, embora reclamem dos custos implícitos do consumo. Com fornecimento ininterrupto, a água atinge os andares cimeiros mesmo nos edifícios mais altos. Os poucos cortes até agora registados na centralidade mereceram sempre aviso prévio, o que para os moradores representa o comprometimento e profissionalismo de parte da equipa de gestão do empreendimento.

Vida Pacífica
A mesma sorte não faz morada na centralidade (Vida Pacífica) vulgarmente conhecida por “ Zango 0” . Aqui, o fornecimento acontece em períodos estipulados, sendo que de manhã a sorte acontece entre as 05 e 11 horas enquanto de noite vai das 18 às 22 horas. Os moradores apelam no sentido de maior esforço e investimentos para colocar cobro à situação e melhorar a qualidade de vida de quantos alimentaram durante anos o sonho da casa própria num ambiente de conforto.

Centralidade do Sequele
Os moradores da Centralidade do “Sequele” ouvidos pelo JE disseram igualmente não terem grandes motivos para reclamações, apelando apenas para um esforço maior no sentido de garantir o fornecimento de forma ininterrupta. O abastecimento é garantido apenas no período diurno sendo que em algumas ocasiões a água precisa de ser acarretada a partir dos andares térreos por conta da falta de pressão no bombeamento. Repudiam algum desperdício provocado pelos profissionais de jardinagem que prestam serviço na centralidade, visto inúmeras vezes em acto de pura negligência deixarem torneiras abertas provocando dessa forma desperdício e inundações no pátio. CC