O projecto está enquadrado na estratégia do Executivo para a diversificação da economia e tem como investidor e operador a empresa Vale Fértil. Com um investimento inicial superior a 132 milhões de dólares, repartido em cerca de 50 por cento para os dois primeiros anos e os outros 50 porcento para o terceiro ano.
Segundo um documento a que o JE teve acesso, a produção de fertilizantes fosfatados deverá arrancar em 2019 com 330 mil toneladas, arrecadando cerca de 76 milhões de dólares.Estima-se que em 2022, a produção atinja 550 mil toneladas.
A área de concessão do projecto é de 504 km2 e aventa-se que exista 215 milhões de toneladas de rocha fosfatada e jazigos na ordem de 71 milhões de toneladas, com teores de fosfatoa rondar os 10 por cento.A mina a ser explorada é a do Lucunga e as unidades de transformação mineral (calcinação e granulação) ficam no Pólo Industrial do Soyo, uma deslocalização feita na óptica da estratégia de implementação gradual do Pólo de DesenvolvimentoMineiro do Lucunga (PDML).Além de reduzir a necessidade de importação de fertilizantes, o Pietfl irá criar um mercado interno do produto e permitir a exportação de fertilizantes fosfatados compostos.O projecto vai dinamizar a criação do Pólo de Desenvolvimento Mineiro do Lucunga e, com recurso às empresas e aos prestadores de serviços existentes localmente, estimular a criação de novas empresas capazes de darem respostas às necessidades de desenvolvimento.