“Podemos trabalhar na cadeia do valor da madeira e onde tanto os empresários como o próprio país, podem tirar um proveito muito melhor ao invés de estarmos a seguir o caminho de exportarmos em touro. Está aqui um exemplo daquilo que os empresários angolanos têm que fazer”, sublinhou.
O ministro lançou um desafio aos homens de negócio no sentido de continuarem a empreender naquelas províncias onde se explora a madeira pois como realçou, “desta feita, o país só sai a ganhar”, concluiu.

Desafio


Por sua vez, a ministra da Indústria, Bernarda Martins, presente na cerimónia oficial da inauguração do empreendimento, felicitou o grupo pela coragem e aposta que teve em abraçar o desafio.
A criação de emprego para a juventude, a formação do homem e a tecnologia refinada instalada na fábrica, são outros motivos que deixam satisfeita a governante, quanto ao desafio abraçado pelo grupo empresarial, pioneiro no terreno reservado para o Pólo de Desenvolvimento Industrial de Malanje.
Bernarda Martins revelou que o “Estado não teve condições ainda de trazer aquilo que é necessário”.
“Temos o terreno mas não temos ainda as infra-estruturas. Esse grupo se empenhou e com isso, nós consideramos que essa empresa vai ser uma espécie de alavanca, uma âncora para o surgimento de outras quantas indústrias vierem a seguir”, disse.
A ministra não descarta a possibilidade de se estabelecer uma parceria público-privada para a exploração do pólo com o grupo empresarial na perspectiva de relançar o desenvolvimento industrial da província de Malanje. FC