O Executivo prevê até 2030, que as famílias angolanas tenham o acesso universal e equitativo à água potável.
Segundo o documento divulgado pela Angop, a expectativa é uma das metas do executivo constante dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS, expresso no relatório sobre os indicadores de linha de base do Instituto Nacional de Estatística (INE), lançado este mês.
A preocupação com a existência de água potável e segura para todos é o centro do ODS e indissociável desta temática é a oferta de saneamento e higiene, uma vez que a falta destes pode levar à contaminação do solo, rios, mares e
fontes de água para beber.
Consta de igual modo no relatório, que das prioridades nacionais da água e saneamento a expansão é o abastecimento da mesma nas áreas urbanas, rurais, sedes de municípios, visando a melhoria da cobertura actual do serviço, bem como garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos.

Metas
Apenas 54 por cento da população angolana tem acesso a fontes de água apropriada para beber, sendo 66 nas áreas urbanas e 32 nas áreas rurais com água canalizada dentro de casa, torneiras públicas ou chafarizes, poços e nascentes protegidas,
furos com electrobombas.
A agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável assenta em 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas.
A mesma deve ser implementada por todos os países do mundo até 2030 diferentemente dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) no período 2000-2015, que foram dirigidos apenas aos países em desenvolvimento.