A província da Huíla tem planificado para a campanha agrícola em curso, cerca de 605 mil hectares, dos quais mais de 400 mil vão servir
para produzir cereais.
Segundo o governador provincial, Luís Nunes, a Huíla tem disponíveis mais de 2,5 milhões de hectares de terras aráveis para a exploração agrícola.
O governante informou que a província da Huíla é por excelência agro-pecuária e produz em grande escala cereais, raízes e tubérculos, leguminosas, hortícolas diversas e frutícolas.
Apesar das condições climáticas favoráveis para a prática da agricultura, a província tem registado situações de seca cíclica de estiagem prolongada, fruto das alterações climáticas,principalmente na região sul.
Para alterar essa situação, informou, foi concebido, dentre várias acções, o projecto Fresan, com o financiamento da União Europeia, sendo o Instituto Camõeso gestor do projecto.Criação de condições .
Explicou que os objectivos estratégicos de desenvolvimento da província da Huíla, estão assentes na criação de condições propícias ao desenvolvimento da agricultura empresarial e de regadio.
A valorização da agricultura familiar, orientando-a para a produção de excedentes e adequá-lo ao aproveitamento dos micro regadios e promoção da agro-indústria, através da transformação e conservação dos produtos agro-pecuários, são também prioridades do governo da província.
A província da Huíla, referiu, traçou no seu programa, ter o desenvolvimento da indústria mineira com base na exploração de rochas ornamentais e a reactivação da exploração de ferro e do ouro.
Acrescentou que a Huíla é uma das províncias com o maior efectivo ganadeiro, a par das províncias do Cunene e Namibe.
“Na produção agrícola, existe na província, mais de dois milhões e meio de hectares disponíveis”, garantiu.

Infra-estruturas logísticas
A criação de infra-estruturas logísticas, transportes e terminal multimodal no município do Lubango, e de interpostos de armazenamento e comercialização, abrange os 14 municípios, com o reforço das vias rodoviárias, ferroviária e marítima.
Luís Nunes acrescentou que o governo local tem como prioridade a promoção de um ambiente de cooperação institucional, em que a participação dos principais agentes económicos no apoio a projectos com impacto na produtividade efectiva.
Disse que a província da Huíla tem uma área to tal de 80 mil quilómetros quadrados, com uma divisão administrativa constituída por 14 municípios, cuja população está estimada em mais de 3 milhões de habitantes, distribuídas em 67 mil na zona rural e 33 mil na zona urbana.

Governo local incentiva investidores

Os sectores da Indústria, Agrícola, Turismo, Energia e Mineiro constituem prioridades nas acções de capitalizar os investidores para a Huíla.
Luís Nunes disse que a província tem potencial no turismo, onde o Governo vai investir para poder transformar as belezas
naturais numa zona mais forte.
Destacou o contributo que as empresas portuguesas estão a dar para o crescimento da província da Huíla, em particular e do país em geral.
Informou que as empresas portuguesas que operaram na província, actuam nos sectores da Construção Civil, Obras Públicas, Automóvel, Serviços, Ensino Superior, Comércio, Indústria, Turismo, rochas ornamentais e Agricultura.
Para reduzir o défice de mão-de-obra qualificada e responder às necessidades do mercado, está em curso o projecto de revitalização do ensino técnico e da formação profissional em Angola, RETFOP, com o financiamento da União Europeia em coordenação com o Instituto Camões.

Apostar na formação  
Referiu que o ensino superior é constituído por duas  instituições públicas e cinco privadas, com mais de 20 mil alunos em 40 cursos.
As instituições do ensino superior da província da Huíla cooperam com as instituições portuguesas, como a de Coimbra, Lisboa, Porto, Catedral da Unesco, entre outras.

Governo local incentiva investidores

Os sectores da Indústria, Agrícola, Turismo, Energia e Mineiro constituem prioridades nas acções de capitalizar os investidores para a Huíla.
Luís Nunes disse que a província tem potencial no turismo, onde o Governo vai investir para poder transformar as belezas
naturais numa zona mais forte.
Destacou o contributo que as empresas portuguesas estão a dar para o crescimento da província da Huíla, em particular e do país em geral.
Informou que as empresas portuguesas que operaram na província, actuam nos sectores da Construção Civil, Obras Públicas, Automóvel, Serviços, Ensino Superior, Comércio, Indústria, Turismo, rochas ornamentais e Agricultura.
Para reduzir o défice de mão-de-obra qualificada e responder às necessidades do mercado, está em curso o projecto de revitalização do ensino técnico e da formação profissional em Angola, RETFOP, com o financiamento da União Europeia em coordenação com o Instituto Camões.

Apostar na formação  
Referiu que o ensino superior é constituído por duas  instituições públicas e cinco privadas, com mais de 20 mil alunos em 40 cursos.
As instituições do ensino superior da província da Huíla cooperam com as instituições portuguesas, como a de Coimbra, Lisboa, Porto, Catedral da Unesco, entre outras.