A ministra da Hotelaria e Turismo Ângela Bragança, procedeu, na passada sexta-feira, em Luanda, visitas de constatação às obras dos empreendimentos turísticos que estão a nascer na capital do país.Ângela Bragança visitou os futuros hotéis Tyhe (AAA), que terá a classificação de cinco estrelas, com previsão de 374 quartos, e que está a nascer no distrito urbano da Ingombota, em Luanda, bem como o hotel Intercontinental (Sonangol) também com previsão de ser de cinco estrelas, 390 quatros (Ingombota). Foram igualmente visitados os futuros hotéis Gika (VIP), cinco estrelas, 370 quartos, e que nasce na Maianga, assim como o hotel Horizonte (Equador), que terá quatro estrelas, 183, na Maianga.Uma vez concluídos o mercado hoteleiro da capital do país ganharia um total de 1.304 quartos, sendo que por falta de divisas, grande parte das obras estão paralisadas, o que deixa preocupado os proprietários dos projectos, que acompanharam a visita de campo da titular do pelouro. Por exemplo, o director da empresa AAA, Mário David, disse à imprensa que a conclusão das obras para a edificação do hotel Tyhe, está dependente da disponibilidade da importação de material.“Para a conclusão desta obra estamos muito dependentes da aquisição de divisas e das importações. Estamos a construir 30 pisos acima do solo e seis abaixo do solo. No total são 36 pisos”, destacou.Já no hotel Intercontinental, propriedade da petrolífera nacional, Sonangol, o cenário já é diferente. A imponente infra-estrutura, que concorre para a categoria de cinco estrelas já está praticamente apetrechada. O PCE da Sonip, Hamilton Cunha, disse à imprensa que o hotel está dividido em seis categorias.Na ocasião, a ministra Ângela Bragança deixou conforto aos proprietários, tendo revelado que para a conclusão dos projectos terá de ser feito um esforço gigante. “São obras de grande vulto e que requerem alguma qualidade de material. Verificamos que há preocupação de recursos para a aquisição de material ao mercado nacional, em termos de granito”, destacou.

Sublinhou que as unidades hoteleiras vão contribuir significativamente para o aumento do emprego e oferta de serviços.


A ministra da Hotelaria e Turismo Ângela Bragança, procedeu, na passada sexta-feira, em Luanda, visitas de constatação às obras dos empreendimentos turísticos que estão a nascer na capital do país.
Ângela Bragança visitou os futuros hotéis Tyhe (AAA), que terá a classificação de cinco estrelas, com previsão de 374 quartos, e que está a nascer no distrito urbano da Ingombota, em Luanda, bem como o hotel Intercontinental (Sonangol) também com previsão de ser de cinco estrelas, 390 quatros (Ingombota). Foram igualmente visitados os futuros hotéis Gika (VIP), cinco estrelas, 370 quartos, e que nasce na Maianga, assim como o hotel Horizonte (Equador), que terá quatro estrelas, 183, na Maianga.
Uma vez concluídos o mercado hoteleiro da capital do país ganharia um total de 1.304 quartos, sendo que por falta de divisas, grande parte das obras estão paralisadas, o que deixa preocupado os proprietários dos projectos, que acompanharam a visita de campo da titular do pelouro. Por exemplo, o director da empresa AAA, Mário David, disse à imprensa que a conclusão das obras para a edificação do hotel Tyhe, está dependente da disponibilidade da importação de material.
“Para a conclusão desta obra estamos muito dependentes da aquisição de divisas e das importações. Estamos a construir 30 pisos acima do solo e seis abaixo do solo. No total são 36 pisos”, destacou.
Já no hotel Intercontinental, propriedade da petrolífera nacional, Sonangol, o cenário já é diferente. A imponente infra-estrutura, que concorre para a categoria de cinco estrelas já está praticamente apetrechada. O PCE da Sonip, Hamilton Cunha, disse à imprensa que o hotel está dividido em seis categorias.
Na ocasião, a ministra Ângela Bragança deixou conforto aos proprietários, tendo revelado que para a conclusão dos projectos terá de ser feito um esforço gigante. “São obras de grande vulto e que requerem alguma qualidade de material. Verificamos que há preocupação de recursos para a aquisição de material ao mercado nacional, em termos de granito”, destacou.
Sublinhou que as unidades hoteleiras vão contribuir significativamente para o aumento do emprego e oferta de serviços.