As obras em curso do Santuário Turístico da Palanca Negra Gigante, no Parque de Cangandala, em Malanje, para que o animal possa ser visto por turistas nacionais e estrangeiros, a partir deste ano, bem como contribuir para uma maior promoção e divulgação do antílope a nível do mundo estão a decorre a bom ritmo. Segundo o director da Fundação Quissama, Pedro Vaz Pinto, durante a apresentação dos resultados da operação de captura e marcação de Palancas Negras, que contou com o apoio de meios aéreos realizada de 15 a 28 de Julho, no Parque de Cangandala e na Reserva do Luando, está a faltar apenas a edificação de um miradouro, bebedouro, sistema de abastecimento de água e abertura de picadas. O objectivo fundamental do projecto ecoturístico é que a Palanca possa a ser vista por toda a gente, o que motivou a criação em Cangandala, de um novo santuário turístico que depois de concluído será realizada uma segunda micro-operação de captura e transladação de um macho e duas fêmeas, a partir do santuário principal da Cangandala para o santuário turístico. Pedro Vaz Pinto disse que depois disso, o santuário poderá ser aberto ao turismo para as pessoas poderem visitar o local e ver a imagem real da Palanca de forma mais facilitada porque, como explicou, neste momento, ver o antílope é bastante difícil devido a grande extensão do santuário. O número de espécies da Palanca Negra Gigante controlados nos dois últimos anos pelas autoridades a nível do Parque de Cangandala e na Reserva Integral do Luando, no município de Luquembo, subiu de 200 para 240, dentre machos, fêmeas e crias. O administrador do Parque Nacional da Cangandala, Victor Paca, afirmou que há mudança de comportamento dos cidadãos que circulam no perímetro da zona controlada para a preservação do animal.