A ministra fez estas declarações durante a cerimónia que marcou a tomada de posse, da nova direcção da ordem dos engenheiros. Na ocasião a ministra sublinhou, que compete à ordem defender a profissão e cada profissional de modo a criar credibilidade no mercado para os profissionais angolanos e diminuir a prevalência de engenheiros estrangeiros contratados para operar no mercado nacional.
De acordo com a ministra a ideia não é excluir a participação de profissionais estrangeiros no mercado nacional mais sim, capacitar profissionais angolanos altamente qualificados e que possam competir com os homólogos formados pelo resto do mundo.

Para a governante os engenheiros angolanos devem continuar a trabalhar para manter a credibilidade profissional, ganhar a confiança dos clientes para que estes possam contratar os quadros nacionais, e isto não se cria por decreto, disse.
Para esta mudança de mentalidade a ordem dos engenheiros, deve ter um papel de liderança efectiva permitindo aos profissionais a troca de ideias, resolução de conflitos e encontrar soluções
para problemas comuns.
A ministra augura igualmente a realização de actividades como palestras, colóquios, conferências e congressos.
Por sua vez Augusto Paulino, secretário-geral disse, que a meta é unir a classe e trabalhar para que os engenheiros angolanos se sintam melhor integrados no mercado.
Por isso, considerou o actual número de integrantes insuficiente (3500 menbros) para às necessidades do país.