Ministério do Ordenamento do Território e Habitação está engajado na elaboração do Plano Nacional do Ordenamento do Território, um instrumento fundamental para a definição da  estratégia de desenvolvimento.

Segundo o secretário de Estado para o Ordenamento do Território, Manuel Pimentel, que discursava, no passado sábado, em Luanda, na 2ª edição da feira de arquitectura, um evento organizado pelo grupo empresarial Boa Vida em parceria com a ordem dos Arquitectos de Angola, salientou que ainda neste semestre o instrumento será submetido ao Presidente da  República para a sua aprovação.

"Dentro deste primeiro semestre, o Plano Nacional do Ordenamento do Território deverá ser aprovado. Já estamos muito avançados, sendo que com este instrumento, os outros inferiores mais fácil os elaboraremos", anunciou o governante, depois de destacar que as instituições financeiras internacionais, como o FMI ou o Banco Mundial "exigem isto de Angola".

Manuel Pimentel frisou que o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 prevê por etapas, a aprovação de Planos Directores, já que com estes
documento os Estado gasta menos.

"O Plano define prioridades. É neste instrumento que até a estratégia do financiamento está plasmada. Há uma das fases do Plano Director que dedica as acções constantes, definindo  prioridades", sublinhou.

Para ele, o autarca que não tiver em mãos um instrumento de planificação do tipo um Plano Director Municipal, irá fracassar.

Brevemente, destacou o governante, serão remetidos ao Titular do Poder Executivo para a sua ratificação, os Planos Directores do Rangel, Cazenga e Sambizanga.

Anunciou por outro lado, que está em forja, a elaboração de oito Planos Directores Municipais para a província de Benguela.

Desafio

O governante salientou que é preocupação constante do Executivo dar curso a empreendimentos que disponibilizam habitações condignas à população , preocupação plasmada nos diversos programas e instrumentos de governação adoptados ao longo dos últimos anos.

"A questão do fomento habitacional definido pelo Executivo como uma estratégia, por um lado, de aceleração da oferta de habitação às populações, e por outro, como mecanismo de incentivo e a opoio à iniciativa privada que, de forma honesta e profissional, participa neste ingente esforço de mitigação e superação dos problemas relacionados com a temática da habitação social", disse o também arquitecto Manuel Pimentel.

Aos jovens estudantes e futuros arquitectos, o governante pediu mais empenho na ingente tarefa que a profissão exige, tendo sublinhado que a sua instituição estava aberta para a troca de experiências e para se encontrar soluções nos diferentes problemas ligados ao sector que  o Executivo quer encontrar.

Lembrou que muitos dos estudantes de arquitectura estão a estagiar no Instituto do Ordenamento do Território, sendo esta medida uma mais-valia para o país.

"Não se limitem a Luanda. O país é vasto. Desafiem-se e vão para os municípios mais recônditos, porque os melhores devem estar nos municípios", alertou.

Ministério do Ordenamento do Território e Habitação está engajado na elaboração do Plano Nacional do Ordenamento do Território, um instrumento fundamental para a definição da  estratégia de desenvolvimento.

Segundo o secretário de Estado para o Ordenamento do Território, Manuel Pimentel, que discursava, no passado sábado, em Luanda, na 2ª edição da feira de arquitectura, um evento organizado pelo grupo empresarial Boa Vida em parceria com a ordem dos Arquitectos de Angola, salientou que ainda neste semestre o instrumento será submetido ao Presidente da  República para a sua aprovação.

"Dentro deste primeiro semestre, o Plano Nacional do Ordenamento do Território deverá ser aprovado. Já estamos muito avançados, sendo que com este instrumento, os outros inferiores mais fácil os elaboraremos", anunciou o governante, depois de destacar que as instituições financeiras internacionais, como o FMI ou o Banco Mundial "exigem isto de Angola".

Manuel Pimentel frisou que o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 prevê por etapas, a aprovação de Planos Directores, já que com estes
documento os Estado gasta menos.

"O Plano define prioridades. É neste instrumento que até a estratégia do financiamento está plasmada. Há uma das fases do Plano Director que dedica as acções constantes, definindo  prioridades", sublinhou.

Para ele, o autarca que não tiver em mãos um instrumento de planificação do tipo um Plano Director Municipal, irá fracassar.

Brevemente, destacou o governante, serão remetidos ao Titular do Poder Executivo para a sua ratificação, os Planos Directores do Rangel, Cazenga e Sambizanga.

Anunciou por outro lado, que está em forja, a elaboração de oito Planos Directores Municipais para a província de Benguela.

Desafio

O governante salientou que é preocupação constante do Executivo dar curso a empreendimentos que disponibilizam habitações condignas à população , preocupação plasmada nos diversos programas e instrumentos de governação adoptados ao longo dos últimos anos.

"A questão do fomento habitacional definido pelo Executivo como uma estratégia, por um lado, de aceleração da oferta de habitação às populações, e por outro, como mecanismo de incentivo e a opoio à iniciativa privada que, de forma honesta e profissional, participa neste ingente esforço de mitigação e superação dos problemas relacionados com a temática da habitação social", disse o também arquitecto Manuel Pimentel.

Aos jovens estudantes e futuros arquitectos, o governante pediu mais empenho na ingente tarefa que a profissão exige, tendo sublinhado que a sua instituição estava aberta para a troca de experiências e para se encontrar soluções nos diferentes problemas ligados ao sector que
o Executivo quer encontrar.

Lembrou que muitos dos estudantes de arquitectura estão a estagiar no Instituto do Ordenamento do Território, sendo esta medida uma mais-valia para o país.

"Não se limitem a Luanda. O país é vasto. Desafiem-se e vão para os municípios mais recônditos, porque os melhores devem  estar nos municípios", alertou.

Futuros arquitectos
querem oportunidades

Os estudantes de arquitectura de várias universidades de Luanda que participaram na 2ª edição da feira de arquitectura, evento organizado pelo grupo empresarial "Boa Vida", em Luanda, dizem estar prontos para servirem o país, contribuindo com ideias inovadoras para garantir um desenvolvimento sustentável  das cidades angolanas.

É o caso da estudante Inocência Bucaca, que este ano vai frequentar o 4º ano do curso de Arquitectura e Urbanismo, na Universidade Técnica de Angola (UTANGA). Para a nossa interlocutora, todo o projecto urbanístico tem de ter luz verde dos arquitectos, que são os estudiosos. Com esta medida a construção de um determinado projecto  imobiliário será mais segura.

"Na nossa sociedade existe a falsa ideia de que contratar um arquitecto torna mais cara a execução de uma determinada obra urbanística. Antes pelo contrario, é um ganho já que nós estudamos o local onde será construída uma casa, o seu ambiente envolvente, além do conforto", destacou.

Para a futura arquitecta, muitos projectos que estão a nascer em várias cidades tem estado a cumprir com os  procedimentos que são exigidos.

"Temos visto projectos habitacionais que seguem os padrões arquitectónicos. Até nos nossos musseques é necessário chamar um arquitecto para
projectar a nossa casa", alertou.

Mais oportunidades

Por seu turno, Octávio Viegas, estudante finalista do curso de Arquitectura e Urbanismo, no Instituto Superior Politécnico de Angola, disse que tem uma grande experiência na coordenação de projectos e infra-estruturas, o que lhe motivou a criar uma empresa que se dedica à elaboração
de projectos urbanísticos.

Para ele, o desafio é expandir o trabalho para fora de Luanda, sendo para isso a definição de políticas públicas que possam incentivar os jovens a desenvolver os seus projectos nos  cerca de 164 municípios do país.

Revelou que há muita necessidade, sobretudo de habitação no interior do país. "Apelamos aos governos provinciais e às administrações municipais para nos contactarem, para que possamos dar o nosso contributo. Há administrações municipais que às vezes não têm técnicos projectistas. Não têm nenhum arquitecto no departamento técnico, logo a nossa visão de mercado é colaborar com os municípios e as comunas", disse o estudante que já foi fiscal de obras no consórcio
Imogestin e na Africon.