O Ministério do Ordenamento do Território e Habitação está a avaliar a possibilidade de se reverem os preços da centralidade da Baía Farta, em Benguela, que tem mil residências, sendo que apenas 85 estão ocupadas. Em declarações à imprensa, na passada quarta-feira, no quadro da visita do Vice-Presidente da República, à província de Benguela, o secretário de Estado da Habitação, Joaquim Silvestre António, disse que estão assinados cerca de 256 contratos.
“Os preços estão tabelados e aprovados numa reunião de Conselho de Ministros, mas o Ministério do Ordenamento do Território e Habitação está a analisar esta questão para submeter ao Chefe do Executivo para a alteração dos preços”, sublinhou, depois de acrescentar que a centralidade está praticamente concluída.
“Neste momento a Imogestin está a fazer a selecção do pessoal. Há um número de 360 casas que já estão disponíveis, neste momento já estão assinados 256 contratos e o restante está em fase de tratamento”, anunciou.

Desafios
Quanto à situação dos cidadãos que adquirem as casas e não as utilizam, o governante disse que está-se a estudar uma solução.
Revelou que sobre o problema do abastecimento e distribuição de água potável e a rede de esgotos que enfrentam algumas centralidade da província, a dificuldade financeira que existe a nível do país “faz com que haja uma certa morosidade”.