As ligações por estrada nas três províncias, nomeadamente Lunda Norte, Lunda Sul e Moxico, estão em péssimas condições, situação que apoquenta sobretudo os comerciantes que não conseguem transportar as mercadorias a tempo e hora.O troço que liga Dala/Saurimo numa distância de 160 quilómetros tem sido uma grande dor de cabeça para a população há décadas. A estrada Saurimo/Dundo, num percurso de 300 quilómetros, Saurimo/Malanje (700), Malanje/Dundo (500) precisam de uma intervenção urgente. Quanto as ravinas, a Lunda Norte lidera a lista com mais de 70 ravinas que ameaçam desalojar várias famílias. A cidade do Luena tem 14 ravinas que podem levar ao desaparecimento da capital da província do Moxico, dentro de médio e longo prazo, tendo em conta as chuvas que caiem todos os dias na região. Quanto à situação das vias estruturantes na província da Lunda Sul, o ministro disse que a prioridade será a conclusão das obras em curso, nomeadamente os troços que ligam Saurimo/Dala, Biula/Muconda, Dala/Luma Cassai e Saurimo/Luo, Muriege/Chiluange/Cassai Sul. No Lucapa existem três grandes ravinas, sendo que uma delas com três ramificações, no Dundo (Chitato), também existem três ravinas, na EN180, centralidade do Dundo, no distrito urbano do Mussungue e do bairro Aeroporto, além da ravina do rio Caluembe, no Lóvua. Na Lunda Sul estão identificadas 28 ravinas, a maior parte no município de Saurimo.

Problemas comuns
Estes problemas juntaram delegações dos governos das provincias da Lunda Norte, Lunda Sul e Moxico, encabeçadas pelos seus respectivos responsáveis máximos, numa reunião, realizada, recentemente, na cidade do Luena, para traçar estratégias para o desenvolvimento económico e social da região Leste de Angola.
O encontro fez também o levantamento dos principais problemas que afligem a população, sobretudo as estradas que ligam as três províncias, bem como o estado de degradação das vias secundárias e terciárias, além das ravinas.
O porta-voz do encontro, o governador da Lunda Sul, Ernesto Kiteculo, considerou o acto como “histórico”, tendo em conta os problemas comuns, que a região vive nos domínios das estradas que ligam Luena/Saurimo, Saurimo/Dundo e Saurimo/Malanje que tem criado vários constrangimentos na circulação de pessoas e mercadorias.
Ernesto Kiteculo lamentou a situação das ravinas que se alastram devido as constantes chuvas que caiem na região, colocando em perigo vidas humanas e muitas infra-estruturas construídas e reabilitadas para servirem a população das três províncias.
Considerou que além dos problemas comuns que a região enfrenta, no que toca as ravinas e o mau estado das principais vias de acesso, os esforços devem ser exercidos para combater as assimetrias regionais.
Afirmou que é com base no que une as três províncias que devem ser encetados esforços para potenciar o que de melhor tem o Leste, para oferecer ao mercado angolano.
“Não queremos ficar pelo bem-comum da riqueza mineral que abunda na nossa região. Devemos ir mais além”, sublinhou.

Camionistas
pedem ajuda
ao governo

A província do Moxico conta com cerca de 3.744 quilómetros da rede fundamental de estradas, além de 4.327 km de estradas secundárias e terciárias.
A nível local estão, desde 2016, paralisadas as obras de recuperação dos troços Luena/Leua, numa extensão de 62 km, Lukusse/Lumbala.Nguimbo, Lukusse/Kangamba, Lukusse/Lumbala-Kaquengue, Luau/Alto-Zambeze, Auto-Zambeze/Lumbala Kaquengue.
A estrada Luena/Saurimo (Lunda Sul), num percuso de 252 quilómetros tem provocado inúmeros constrangimentos, na circulação de pessoas e bens.
Dada a dificuldade na circulação, nos últimos meses os produtos alimentares, na cidade do Luena, dispararam, afectando grandemente as populações locais.
Para o camionista Jorge Pedro, 48 anos de idade, que frequenta o percurso Luanda/Luena, o mau estado das estradas, agravada com as chuvas, tem danificado as viaturas, principalmente os camiões .
O profissional apelou ao Governo no sentido de no mais curto espaço de tempo resolver a situação, já que, como revelou “brevemente haverá empresas que poderão encerrar as suas portas, tendo em conta os custos de manutenção dos camiões que transportam as mercadorias”. LV 

Obras no troço
Lucala/Cacuso   
vão terminar
em outubro

A estrada Cuanza Norte/Malanje, no troço Lucala/Cacuso, numa extensão de 68 quilómetros, orçada em 58 milhões 555 mil dólares norte-americanos, encontra-se na ordem dos 47 por cento, sendo que apenas 19 km foram asfaltados. Em reabilitação, há já algum tempo, o Ministério da Construção e Obras Públicas garante que poderá estar concluída no mês de Outubro.
Os recursos financeiros estão já mobilizados, sendo que nos próximos dias, o Ministério das Finanças irá proceder ao desbloqueio das verbas.
As obras do troço Cacuso/Malanje, a cargo da empresa CR20, orçadas em cerca de 61,8 milhões de dólares norte-americanos, iniciadas em Fevereiro de 2017, também ficam concluídas em Outubro.

Cuanza Norte em obras
Fonte do Ministério da Construção e Obras Públicas indica que os trabalhos decorrem dentro dos prazos contratuais e, ao que tudo indica, poderão estar concluídos até Agosto próximo, o que deixa confortadas as autoridades.
O grau de execução varia de acordo com a especificidade de cada trajecto, sendo que o de Maria Teresa/Dondo, num percurso de 62 quilómetros  encontra -se na ordem dos 16 por cento, enquanto o do Alto-Dondo/Munenga, com 61 quilómetros, está com perto
de 20 por cento de execução.
Já no trajecto Alto-Dondo/São Pedro da Quilemba, com 48 quilómetros, o governante estimou em 48 por cento o nível de execução.
Sem avançar os custos, a fonte indicou estarem assegurados os financiamentos necessários para a conclusão dos trabalhos, dentro dos prazos previstos, quer para as empreiteiras, quanto para a fiscalização dos trabalhos, iniciados no IV trimestre de 2016.

Obras no troço
Lucala/Cacuso
vão terminar
em outubro

A estrada Cuanza Norte/Malanje, no troço Lucala/Cacuso, numa extensão de 68 quilómetros, orçada em 58 milhões 555 mil dólares norte-americanos, encontra-se na ordem dos 47 por cento, sendo que apenas 19 km foram asfaltados. Em reabilitação, há já algum tempo, o Ministério da Construção e Obras Públicas garante que poderá estar concluída no mês de Outubro.
Os recursos financeiros estão já mobilizados, sendo que nos próximos dias, o Ministério das Finanças irá proceder ao desbloqueio das verbas.
As obras do troço Cacuso/Malanje, a cargo da empresa CR20, orçadas em cerca de 61,8 milhões de dólares norte-americanos, iniciadas em Fevereiro de 2017, também ficam concluídas em Outubro.

Cuanza Norte em obras
Fonte do Ministério da Construção e Obras Públicas indica que os trabalhos decorrem dentro dos prazos contratuais e, ao que tudo indica, poderão estar concluídos até Agosto próximo, o que deixa confortadas as autoridades.
O grau de execução varia de acordo com a especificidade de cada trajecto, sendo que o de Maria Teresa/Dondo, num percurso de 62 quilómetros  encontra -se na ordem dos 16 por cento, enquanto o do Alto-Dondo/Munenga, com 61 quilómetros, está com perto
de 20 por cento de execução.
Já no trajecto Alto-Dondo/São Pedro da Quilemba, com 48 quilómetros, o governante estimou em 48 por cento o nível de execução.
Sem avançar os custos, a fonte indicou estarem assegurados os financiamentos necessários para a conclusão dos trabalhos, dentro dos prazos previstos, quer para as empreiteiras, quanto para a fiscalização dos trabalhos, iniciados no IV trimestre de 2016.