Se de um lado assiste-se a transformação em massa do grão em muamba e muteta. Muita outra gente, sobrevive, transformando as folhas de mandioqueira em quizaca. Três senhoras trajadas à pano dominam o negócio. A nossa conversa em muitos caso é traduzida, preferem falar lingala. Igual número de maquinas, atendem uma fila de clientes que quer levar a quizaca preparada. Por cada monte, o cliente paga uma quantia de kz 200. Mamã Marie vive deste “bisne” faz tempo, cada uma tem um jovem como trabalhador. Pagou kz 12 mil pela obtenção da máquina. Marie confessa que o objecto tem servido de suporte de outros negócios. Sem entrar em detalhes, diz que cada jovem ajudante, leva no fim do dia kz 500. Enquanto mamã Marie vai falando, as outras apenas vão mexendo as cabeças em aprovação ou reprovação das intervenções da outra. No final, o negócio vale apena, mas exige ponderanção. O rendimento no final da jornada, pode atingir uma média de aproximadamente kz 3 mil, excluindo os gastos com alimentação e transporte, contaram algumas pessoas que apreciam o dia-dia das senhoras. Contudo, afirmam que o ganho depende, onde o fim do mês, é o momento alto do negócio. Já algumas pessoas mais ousadas, tentaram enlatar a kuizaca para exportar. “Assim, o país pode crescer rápido e seguro para o desenvolvimento”, afirmou uma fonte contactada pelo.