Um grupo de estudantes da faculdade de Arquitectura e Urbanismo, da Universidade Metodista de Angola,está a desenvolver a desenvolver um protótipo das paragens de táxi a nível da província de Luanda, medida que visa garantir e facilitar a fluidez na circulação de pessoas e viaturas à província de Luanda.
Em declarações ao JE, o coordenador do grupo, Adérito Jorge Simão, disse que a empreitada conta com um conjunto de áreas do saber, como por exemplo, disciplinas ligadas as engenharias e ciências sociais e humanas, para responder o desafio.
Para o também estudante do 3º ano de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Metodista de Angola, a problemática das paragens de táxi, principalmente a nível de Luanda, assentam principalmente em dois principais eixos, nomeadamente as rotas e licença dos taxistas.
Segundo explicou, as licenças que os taxistas usam apresentam algumas debilidades na definição de rotas concretas, principalmente as urbanas, que poderiam facilitar e seguir a mobilidade urbana.
Esta medida poderia contribuir para a redução na demora dos passageiros nas paragens, num período mínimo de cerca de cinco minutos.
O protótipo vai também abarcar a problemática da venda ambulante, ajudando assim o comércio livre, que é um modo de subsistência de milhares de famílias.
O protótipo prevê uma “arquitectura inclusiva”, com paragens e espaços para as vendedoras ambulantes.
Para a manutenção destes espaços as “zungueiras” deverão pagar uma taxa superior a 300 kwanzas por semana (uma quota mensal de 1.200).