Já se foram os tempos em que só as mulheres estavam ávidas pela beleza. Hoje, está cada vez mais provado que a beleza não é só para as mulheres. Os homens agora estão tambémnesta luta. A procura pela melhoria da sua aparência deixa de resumir-se ao corte de cabelo. Provado está que o uso de adornos e bijuteria ajudam a melhorar a imagem e dar glamour e beleza.

Actualmente, são muitas as pessoas que se socorrem ao uso desses acessórios para complementar ou combinar as roupas que usam para diferentes ocasiões, tanto para festas de sala como para jantares de negócio.Podemos encontrar uma gama de objectos de luxo em boutiques e salão de beleza, que vendem tais acessórios de muito bom gosto. Entre estes, colares, pulseiras, mascotes, brincos, cachecóis e relógios, os quais estão expostos em vitrines, para fazer as delícias dos olhos de quem passa por esses estabelecimentos comerciais.

Segundo a gerente do salão de beleza Armocelo, localizado no Shopping Chamavo, Jucira Tavares, as mulheres são as principais clientes do estabelecimento comercial, mas nos últimos anos os homens também têm comprado muitos acessórios. Muitas vezes para oferecer a alguém querido, embora noutras sejam mesmo para uso pessoal, como é o caso dos relógios Swatch e Partier, que variam de 28 a 30 mil kwanzas. “Os objectos mais procurados são os colares, brincos, mascotes, pulseiras e relógios. Este tipo de negócio é rentável, apesar de, nos últimos tempos, ter baixado o poder de compra dos clientes”, salienta.

Para Jucira Tavares, as bijuterias em nada ficam a dever às jóias, onde muitas das quais confundem-se pela sua aparência ou pelo brilho que ostentam. Todas as bijuterias expostas não são de produção local, mas provenientes de países como os Estados Unidos da América, Brasil, Emiratos Árabes Unidos e Itália.As mais procuradas pelas mulheres são os colares e brincos, que variam entre três mil e oito mil kwanzas. Marlene de Sousa, de 28 anos, faz recurso à bijuteria.“As bijuterias confundem-se e, quando bem combinadas com a roupa, o glamour é maior”, disse.

Segundo ela, estas ficam muito mais baratas do que as jóias, posição defendida por Elizabeth Vitória de Almeida, outra cliente.