A música angolana cantada, principalmente por mulheres, tem vindo a crescer e a criar, de um tempo a esta parte, muitas estrelas, algumas das quais eleitas Divas da Música angolana, no concurso anual organizado pela Glamour, como prova e reconhecimento do valor e firmeza na carreia de cada uma.
Esta lista foi determinada por meio de uma pesquisa do JE nas redes sociais de cada cantora, entrevistas à amantes da música angolana e algumas personalidades ligadas à cultura nacional, desde produtores, cantores e radialistas.
Para tal, as postagens semanais das artistas, os números de seguidores nas suas páginas e amigos nas redes sociais, a base de fãs, o número de vezes que as suas músicas são tocadas em festas, rádios e a agenda de cada uma, dita a influência, a faturação e a sua permanêcia no mercado musical da actualidade.
Estes nomes, Yola Semedo (que vende o novo álbum intitulado “Sem medo” a 21 de Abril), Bruna Tatiana, N´soki, Edmázia Mayembe, Anna Joyce, Ary, Pérola, Yola Araújo, Eva Rap Diva e Telma Lee, influenciam não só uma geração de futuros jovens cantores, mas também determinam as músicas que mais tocam nas pistas de dança.
A cada geração há sempre algumas cantoras que dominam o mercado, as pistas, umas saem de cena e outras entram, mas estas continuam firmes, quer em número de discos, actuações e aparições públicas, embora umas com menos tempo de carreira que as outras, o sucesso é uma garantia sólida.
Além disso, há um outro elemento que ressalta do poder de influência destas cantoras escolhidas pelo JE como as 10 mais influentes do país, que é o talento e a atitude, que lhes permite destacarem-se num universo dominado principalmente por homens.
As super poderosas cantoras competem com homens e muitas vezes deixam para atrás a carreira de muitos músicos: são talentosas, compositoras e sabem o que querem na profissão que abraçaram.