O director nacional da Organização Internacional da Polícia Criminal (Interpol), Destino Pedro, recomendou recentemente, a criação de leis que regulamentem a protecção de bens culturais e o mercado das artes no país.
Destino Pedro considerou importante para um controlo dos bens culturais inventariar as colecções (com fotografias), bem como a protecção das instalações que retêm as colecções, dentre outras.
O responsável teceu tal recomendação quando abordava o tema “Interpol e o combate ao tráfico ilícito de obras de arte e outros bens culturais”, no seminário sobre “Combate ao tráfico ilícito de bens culturais”, promovido pelo Instituto Nacional do Património Cultural.
Disse que a instituição não tem recebido denúncias de roubo de bens culturais, tendo a última sido registada em 2002.
Segundo Destino Pedro, a sociedade e outros intervenientes, devem reportar quando existir um furto, terem cuidado na compra, transporte e encomendas de bens culturais, bem como certificar-se da origem de uma obra comprada, adquirindo a
documentação necessária.