Os museus, bibliotecas e arquivos devem estar mais próximos das comunidades dando a conhecer os serviços e disponibilizando o seu acervo à população defendeu, esta semana, em Cabinda, a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.
A ministra, que falava na sessão de abertura do VI Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Cultura (Mincult), adiantou que não se deve esquecer da necessidade de reabilitação das instituições existentes e da construção de novas infra-estruturas, tal como consta do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN).
Essas medidas, realçou, visam também a difusão do conhecimento em relação à história do país e à realidade antropológica e sociológica de cada região.
A ministra apontou a possibilidade da participação angolana num projecto de âmbito continental, relacionado com as origens de boa parte dos cidadãos americanos, que têm ascendência africana.
“Trata-se de um projecto de cariz antropológico já implementado noutros países africanos com recurso ao DNA de um certo número de pessoas, que permite comprovar a ascendência africana, um projecto no qual Angola deve também participar. Só assim poderemos reforçar cientificamente a ideia da presença de sangue angolano na edificação dos Estados Unidos da América (EUA)”, reforçou.