Dois anos depois do “A cácias e os pássaros”, o consagrado Manuel Rui volta às bancas a 3 de Agosto com a publicação do “Kalunga”, cuja sessão de lançamento está marcada para a sede da União dos Escritores Angolanos (UEA), em Luanda.
Trata-se de um romance que, como os anteriores mas agora com mais intensidade, resgata a humanidade dos seres humanos para além das suas contradições e nas relações estruturais, neste caso a contradição entre colonizadores e colonizados.
“Kalunga” é um livro, na opinião do crítico Boaventura de Sousa Santos, o prefaciador, o melhor de todos os que o autor já escreveu até hoje. O mais complexo, o mais sedutor, o mais difícil.
Boaventura de Sousa Santos considera que o autor resgata a humanidade, não só as forças e grandezas como também as fraquezas e misérias.
É poeta, contista, dramaturgo, romancista e cronista. Escreveu a letra do hino nacional angolano e letras de canções de Rui Mingas, André Mingas, Paulo de Carvalho, Carlos do Carmo (Portugal), Martinho da Vila e Cláudio Jorge (Brasil) e outros.