O Google lançou esta semana o seu serviço de streaming de games: o Stadia. Ele permite que os usuários joguem de aparelhos como telefones, tablets e computadores, sem a necessidade de um console nem da cópia física do game, sendo necessário apenas acesso à internet. O “The New York Times” chamou a nova tecnologia de ‘“Netflix dos games”.
O Stadia funciona como uma biblioteca de games, na qual o usuário pode escolher o que quer jogar e ter a sua escolha disponível imediatamente, sem ter de esperar por um download ou comprar um disco. Assim como a Netflix, essa biblioteca está disponível a usuários por meio de assinaturas.
O serviço vem para concorrer com o Arcade, da Apple, que é similar. Nele, os usuários encontram 100 títulos exclusivos de games do Arcade por uma assinatura mensal de usd 4,99, e o catálogo é rotativo: sempre 100 games, nem sempre os mesmos 100. A primeira tentativa de resposta do Google ao Arcade foi o Play Pass, que, pelo mesmo preço do Arcade, oferecia um serviço parecido, mas sem conteúdo original, o que fez com que a plataforma fosse questionada por sua similaridade com a Google Store.
Quando a empresa anunciou o lançamento do Stadia em março, algumas das críticas feitas ao serviço foram de que os gráficos seriam piores e que a experiência com os games seria mais superficial. Após o seu lançamento, a principal crítica é de que as respostas do servidor aos comandos são lentas.
Segundo a explicação do “The New York Times”, essa demora se dá por conta de como o serviço de streaming funciona: o Stadia basicamente filma a tela do videogame sendo jogado, e os servidores do Google obedecem ao comando do usuário.