Cerca de 10 mil cidadãos entre nacionais e estrangeiros, com destaque para académicos visitaram, nos últimos sete anos, o Museu dos Reis do Kongo, localizado na cidade de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.
Em declarações hoje à Angop, o responsável desta instituição, Luntadila Lunguana, frisou que com a inscrição da cidade de Mbanza Kongo na lista do património mundial da Unesco, a 8 de Julho de 2017, o turismo científico ganhou alguma expressão neste museu que retrata os hábitos e costumes dos ancestrais do antigo reino do Kongo.
Segundo explicou, antes da inscrição da cidade as visitas ao museu eram feitas na sua maioria por habitantes locais onde se destacavam as caravanas estudantis e religiosas, quadro que ficou alterado com a chegada regular de mais turistas nacionais e estrangeiros.
Entre os pesquisadores estrangeiros que mais visitaram o referido museu, a fonte enumerou cidadãos portugueses, franceses, alemães, belgas, ingleses, norte-americanos e brasileiros, incluindo a diáspora angolana.
No grupo dos nacionais destaque para os académicos e estudantes de diversas universidades públicas e privadas no país que têm no seu currículo académico cursos relacionados com as ciências históricas e humanas.