Em entrevista à Angop, o responsável disse que a par dos órgãos governativos, há necessidade dos parceiros trabalharem em conjunto na recolha de informações sobre os diversificados povos, grupos e étnias, para contribuir na divulgação e preservação dos valores tradicionais.
Eugénio Ndamenapossi disse ser uma das prioridades do sector na recolha dos artefactos e outros artigos, a fim de serem expostos e transmitir o testemunho cultural às novas gerações.
Salientou que a província dispõe de espaços onde serão expostos o acervo cultural e, com a inauguração recentemente da Casa da Cultura, esta infra-estrutura vai facilitar a pesquisa e conservação da identidade cultural dos povos da região.
“Vamos continuar a trabalhar para valorizar a cultura angolana e reforçar a nossa identidade, que será possível se houver estudos sobre as nossas manifestações culturais, as línguas e o modo de vida”, salientou.
Entretanto, referiu que, apesar da falta de um museu na província, existem espaço significáticos e históricos, como o memorial do Rei Mandume -ya-Ndemufayo, em Oihole, onde são expostos um leque de peças etnográficas que retratam a cultura material e espiritual dos povos herero, nhaneka e ovambo, principalmente.