O primeiro carregamento de LPG (propano, butano e condensados) foi vendido em regime FOB à Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (SONANGOL EP) a partir do terminal marítimo da fábrica no Soyo (Zaire), pelo projecto Angola LNG, informa
uma nota de imprensa.

De acordo com o documento da Angola LNG, este primeiro carregamento foi expedido através do navio tanque BW Broker  e o provento desta venda  reverte-se-á  para o consórcio accionista da Angola LNG.  Antes do início das operações de carga, o terminal marítimo para a expedição do LPG foi licenciado. Este licenciamento incluiu testes aos dispositivos de segurança,  meios de amarração e braços de carregamento.

Mais-valia
O presidente da Angola LNG Marketing  Limited, Artur Pereira, referiu que a venda  representa mais um marco no aproveitamento dos recursos de petróleo e gás de Angola e constitui uma nova fonte de energia para os mercados interno e de exportação.

 Segundo o gestor, complementarmente à produção de gás natural para o mercado internacional, a produção de propano, butano e condensados pela Angola LNG  é uma parte importante da actividade operacional e comercial.

“A nossa produção de produtos LPG e condensados ajudará a responder às necessidades de energia dos mercados interno e de exportação”, disse.

Além das infra-estruturas para a produção e expedição de gás natural, nas instalações fabris do Soyo, possuem tanques para armazenamento  com capacidade de 88 mil m3 de propano, 59 mil m3 de butano e 108 mil m3 de condensados. A Angola LNG Limited é uma parceria entre a Sonangol, Chevron, BP, ENI e Total  para o aproveitamento de gás associado à produção de petróleo, do qual, após o processamento, são extraídos para a comercialização do  gás natural (LNG) e líquidos de gás natural (NGL). A sua vida útil esperada é de 30 anos.