Banco Millennium Atlântico disponibilizou, recentemente, mais um serviço digital no quadro da sua estratégia de promoção de maior interactividade e autonomização da relação com os clientes.
Trata-se do “Disruption Lab”, o primeiro laboratório digital em Angola que tem como objectivo principal a promoção e fomento ao empreendedorismo
e à inovação digital.
De acordo com o banco, pretende-se com o novo servidor agregar e gerar inovação digital, além de liderar os esforços de prestação de um melhor serviço tecnológico aos clientes do Atlântico.
A central de dados busca também agregar ideias com potencial de criação de valor, de forma a garantir que os clientes, as pessoas, os parceiros, as comunidades e muitas vezes os concorrentes beneficiam do conhecimento e experiências proporcionados pelas mais recentes inovações tecnológicas.
“O ambiente empresarial é das grandes instituições financeiras que está em mudança em virtude de factores associados a novas tecnologias, novas estratégias e novos serviços. Há um dever de adequação dos bancos e das empresas em geral, se quiserem continuar relevantes. Tal passa por fomentar o espírito “intrapreneur e entrepreneur” dentro e junto das organizações”, diz a instituição em comunicado.
Para o Atlântico, os princípios de funcionamento do Lab têm o propósito de desenvolver as competências digitais e de analytics, a integração de uma massa crítica de talentos numa equipa multidisciplinar (mistura de recursos internos e externos), garantia de criação de know-how e expertise para o longo prazo através de programas de formação e certificação. Bem como implementação de metodologias consistentes em toda a organização.
O Lab surge no momento em que o Atlântico implementa a sua estratégia 2.1 focada na transformação, inovação e digitalização.
Fruto de uma forte aposta nas tecnologias e nos conceitos de transformação digital ao longo dos tempos, o banco Atlântico tem estado a inovar cada vez mais.