Excluindo o sector bancário da análise, o aumento foi de 6,1 por cento.
De acordo com uma nota de análise do CaixaBI, apesar do aumento os lucros ficaram 0,8 por cento abaixo das estimativas dos analistas do banco de investimento.
Oito empresas falharam as previsões, com destaque para a Mota-Engil (41,9 por cento abaixo), Impresa (-24,3) e Galp Energia (-21,8). Quanto às empresas que surpreenderam pela positiva, foram 9, com a Novabase e a Ibersol a superarem pela maior margem. A análise inclui quase todas as empresas do PSI-20 e outras fora do índice, como a Cofina, Sonae Capital e Impresa.
Para este ano, o CaixaBI está a contar com uma subida bem mais pronunciada dos lucros, estimando um crescimento de 13 por cento nos lucros por acção deste ano, quando comparado com 2016.
No ano passado, de acordo com a mesma fonte, os lucros das cotadas portuguesas foram impulsionados por factores extraordinários, como a Corticeira Amorim, Jerónimo Martins e Mota-Engil.
Ao nível operacional, as receita das cotadas desceram 3,8 por cento para 62,9 mil milhões de euros e o EBITDA desceu 2,1 para 11,73 mil milhões de euros, situando-se também abaixo das previsões dos analistas do CaixaBI (-0,7).