A rotina das compras diárias ou semanais alteraram, significativamente, com a entrada no passado dia 1 de Outubro do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Os operadores do sector de distribuição retiraram o Imposto de Consumo, ao que justificam, mas também é entendimento dos consumidores que alguns cobram o IVA em produtos não catalogados, muito dos quais tidos como da cesta básica ou de seus derivados directos.
Por essa razão, uma acção recomendada pode ser a de o cliente nas compras dividir as mesmas para no final poder observar de forma rigorosa se está-lhe a ser cobrado ou não indevidamente o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA).
Na opinião de parte significativa das pessoas entendidas, a cobrança indevida do imposto está associado a duas causas: uma de má fé, pois revela aproveitamento de muitos operadores; e outra de desconhecimento, ao que a Administração Geral Tributária (AGT) busca superar com maior divulgação e a implementação de um selo de reconhecimento público atribuído a quem tem o direito de cobrar o imposto.
Enquanto se nota uma corrida como que baralhada entre as contas do consumo (diário ou mensal) e a verificação das facturas quanto a justeza da cobrança do IVA, os logistas mantêm sua estratégia de atracção da clientela pela lógica da primeira vista.
Produtos em promoção e muitos sem o imposto incluído são adoptados como os de chamariz das montras.
Esta é, no entanto, das razões assumidas como das fortes razões porque se assiste um forte movimento de clientes de diferentes extractos no interior das lojas, que integram as cadeias de supermercados.