Em meados desta semana, o contrato de Maio registava 129,25 cêntimos com queda de 200 pontos (final da sessão anterior), o Julho, referência de mercado, estava cotado a 131,75 com valorização de 30 pontos.
Já o vencimento de Setembro subia 30 pontos, a 134,15 cêntimos e o Dezembro, mais distante, também avançava 30 pontos e estava a ser negociado a 137,60.
Segundo o vice-presidente da Price Futures Group e analista de mercado, Jack Scoville, o mercado tem apontado a boa produção e oferta abundante como razões para manter viva a pressão de venda. No entanto, o dólar fraco nos Estados Unidos e as moedas valorizadas na América do Sul podem manter a oferta mundial baixa no mercado.
Acompanhando as quedas externas e a colheita, que já acontece em algumas regiões produtoras do Brasil, os preços do café no mercado interno testaram na véspera os níveis mais baixos em mais de um ano, em valores nominais, levando em conta o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6.

Ouro

Por outro lado, ainda nesta semana, os futuros de ouro registaram uma subida durante a sessão asiática. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova Iorque, os Futuros de Ouro, em Junho, foram negociados na entrega a 1.243,27 dólares por onça no momento da escrita, subindo 0,56 por cento.
Anteriormente negociados na alta da sessão, o ouro estava propenso a encontrar apoio em 1.224,40 dólares e resistência em 1.244,79.
O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registou perdas.