A receita bruta proveniente da comercialização de diamantes e rochas ornamentais foi de 368 milhões 660 mil 981 dólares, durante o I trimestre deste ano, com a venda de dois milhões 647 mil 215 quilates.
Neste período registou-se o aumento de receitas no valor de 106 milhões 572 mil 560 dólares norte-americanos (40,7 por cento) e de 31,5 na comercialização total de quilates, comparativamente com o trimestre de 2018, segundo a Angop.
De acordo com os dados apresentados, esta semana, pelo Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos, dos dois milhões 647 215 quilates, dois milhões 503 mil 816,52 quilates (94,6 por cento) são diamantes de origem kimberlítica e 143 mil 398,60 quilates
de origem aluvionar.
A informação, apresentada durante a análise das actividades do I trimestre deste ano, refere que os diamantes comercializados no período em balanço são provenientes das províncias da Lunda Sul (93,6 por cento) e Lunda Norte (6,4 por cento).
À margem do acto que também perspectivou o mercado de diamantes e rochas ornamentais para o II trimestre deste ano, o secretário de Estado das Minas, Jânio Correia Victor, referiu que a comercialização aumentou em 31,5 por cento.
O aumento de produção e a estabilidade dos preços estiveram na base do crescimento das receitas e comercialização de diamantes, de acordo com Jânio Victor.
O sector diamantífero angolano produziu, no ano transacto, um total de 9,4 milhões de quilates, o que permitiu facturar 1,2 mil milhões de dólares e obter um aumento da receita em relação a 2017. Em 2017, ao preço médio de usd 113,5 por quilate, o sector dos diamantes arrecadou 1,1 mil milhões de dólares.