Angola pretende aumentar, nos próximos tempos, o número de quadros na Opep, onde conta apenas com um representante num universo de 180 funcionários, segundo o governador do país junto da organização, Estévão Pedro.
“Angola tem, até ao momento, apenas uma pessoa entre os quadros da Opep, num universo de 180 funcionários, sendo desafio das nossas autoridades o “aumento do número de nacionais a trabalhar na organização”, disse à margem do 19º curso multidisciplinar que decorre nas instalações da Opep, em Viena, Áustria, desde segunda-feira.
O 19º curso multidisciplinar da Opep, que começou nesta segunda-feira, vai até sexta-feira e conta com técnicos de 14 países que
constituem a organização.
Durante cinco dias, os formandos vão aprender e renovar conceitos sobre a missão, história da organização, seu estado actual, papel na estabilização do mercado petrolífero, declaração de cooperação com os não-Opep e desafios.
Angola faz-se representar nessa formação, que decorre na sede da Opep, com cinco funcionários do Ministério dos Recursos Minerais
e Petróleos (MIREMPET).
Dos 14 países da organização, estão presentes representantes de Angola, Argélia, Congo, Equador, Guiné-Equatorial, Irão, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Arábia Saudita. Ausentes: Indonésia, Iraque, Venezuela, Líbia e Nigéria.