Os Grandes Contribuintes (GC)do sector não petrolífero representam um peso de 60 por cento na receita fiscal, com uma arrecadação de 1.291 mil milhões de kwanzas em 2017.
Segundo o administrador da Administração Geral Tributária (AGT), José Dungo que falava na abertura do 1º encontro sectorial dos GC, os valores arrecadados são provenientes de 350 empresas dos sectores financeiro, diamantífero e telecomunicações.
Os GC contribuem para o aumento da produção nos sectores de actividade e da receita fiscal, que passa pela criação de postos de trabalho e captação de investimento e divisas.
No sistema de controlo da AGT consta 48 repartições fiscais, 79 fronteiras terrestres e uma representação de 36 delegações aduaneiras em todo país.
A instituição financeira tem como propósito a modernização e reestruturação dos serviços prestados aos contribuintes, promoção do alargamento da base tributária e a potenciação da arrecadação de receitas não-petrolíferas.
O cumprimento das obrigações tributárias, disse Jose Dungo, constitui uma importante alavanca para o desenvolvimento sustentável do país, já que participa no financiamento das despesas públicas. Estiveram no encontro , firmas de construção civil, banca e telecomunicações Com este novo ciclo de acções de esclarecimento, a AGT pretende melhorar a sua actuação na relação com os contribuintes, por via do “feedback” (correspondência entre os parceiros) sobre os serviços prestados, por meio dos canais disponíveis, e pelas redes sociais ou seminários, disse o Gestor.
Por outro lado o representante do grupo PBA Construção Civil, Manuel Almeida, que participou no encontro, disse que a sua empresa está preocupada com o sector, para um melhor enquadramento e sintonia com a AGT, para cumprir com as obrigações fiscais. Já o representante da Finstar SA Dilson Kusukissa, está preocupado com as garantias bancárias e a relação da sua empresa com a Administração Geral Tributária para alcançar sucessos na actividade económica.