Os apartamentos vandalizados na centralidade do Dundo, província da Lunda Norte, serão reparados, afirmou, na passada sexta-feira, no Dundo, o presidente do Conselho da Administração da Imogestin, Rui Cruz.
O responsável da empresa, detentora do direito da comercialização das habitações construídas pelo Estado, explicou à imprensa, no final da visita que efectuou, as casas sofreram danos internos de pequenas dimensões, como arrombamento de portas, janelas, casas de banho e torneiras.
Disse igualmente que a instituição vai pedir responsabilidades à empresa pela segurança dos imóveis porque, segundo ele, é da sua competência garantir protecção dos prédios não entregues, conforme prevê o contrato.
Quanto a inundação das lojas no tempo chuvoso, Rui Cruz garantiu a implementação do projecto de drenagem para a resolução do problema.
Sobre o processo de arrendamento e a venda das habitações, explicou que, dos cinco mil e quatro apartamentos, três mil foram vendidos e das mil a ser arrendadas 160 possuem o contrato.
Lembrou que a Imogestim pretende concluir este processo de vendas e o arrendamento de todas as habitações da centralidade do Dundo até o fim do corrente ano.

Mais construções
Por outro lado, a construção da centralidade de Saurimo (Lunda Sul), em curso desde 2017, vai ser dinamizada este mês com a injecção de novo financiamento, revelou o PCA da Imogestin.
O gestor disse que a aceleração resultará da disponibilidade financeira, que em breve será entregue à construtora para a continuidade da empreitada.
Por seu turno, o engenheiro da obra, Nilton Paulo, fez saber que foram concluídos os trabalhos de valas de drenagem e rede de infra-estrutura de esgoto de água.
Na primeira fase deste projecto habitacional serão construídos numa área de 7,35 hectares, oito edifícios em banda de quatro e oito pisos, com um total de 212 apartamentos do tipo T3, para acolher seis mil 664 habitantes.