O seu homólogo russo, por sua vez, adiantou que Moscovo está comprometida em fazer tudo o que está ao seu alcance para equilibrar o mercado de petróleo.
O pronunciamento do governante russo deu-se no seguimento de uma ligeira recuperação de 0,6 por cento nos preços para 48,15 dólares.
O ministro da Energia da Russia, Alexander Novak, disse que o objectivo do acordo, que limita a produção para contrabalançar o excesso de oferta que contribuiu para a descida dos preços, vai concretizar-se até final de Março de 2018.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que conta nos seus membros com os lusófonos Angola e Guiné Equatorial, impulsionou no final do ano passado um acordo entre os seus membros, a que se juntaram outros países, para limitar a produção, escoando as reservas historicamente altas, e tentar fazer subir o preço, que continua a menos de metade do pico atingido em Junho de 2014.
A Arabia Saudita é neste momento o maior produtor mundial de petróleo, pelo que está na geopolítica internacional das potenciais. Recentemente, o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, esteve num périplo e que o levou também a este gigante petrolífero do Oriente Médio. A Rússia, o segundo maior produtor, tem-se mostrado um alíado inseparável de Riad.