A meta brasileira, através da estatal Petrobrás, era de produzir, até final deste ano, uma média de 2,7 milhões de barris/dia.
Para a satisfação dos brasileiros, esta cifra prevista já foi alcançada durante a actividade da petrolífera no primeiro semestre deste ano, conforme relata a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
Conforme dados, as reformas do governo federal no sector energético, que incluem desde o fortalecimento da Petrobras até alterações no marco regulatório do pré-sal, levaram o Brasil a alcançar o posto de maior produtor de petróleo da América Latina, à frente de grandes produtores como México e Venezuela.
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), referentes ao sector de óleo e gás no ano passado, revelam que a produção de petróleo no Brasil cresceu 3,2 por cento. Essa é a mesma taxa média dos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que reúne gigantes mundiais do sector como Arábia Saudita
e Emirados Árabes Unidos.

Pré-sal
Para especialistas, os investimentos dos últimos anos feitos pela Petrobrás, especialmente na área do pré-sal, contribuíram para o aumento da produção. Eles apontam que medidas de fortalecimento do sector, a exemplo do marco que desobriga a estatal de ser a operadora única do pré-sal, podem gerar mais competição e elevar investimentos.
“O que se espera é que, em tese, seja alavancado o potencial de investimentos na área petrolífera. Com mais de uma empresa a investir, há uma possibilidade maior de investimentos pelas empresas”, apontou o analista de óleo e gás da tendências
consultoria, Walter de Vitto.
De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP),  Brasil supera na concorrência Venezuela, Colômbia, Argentina, Euquador e Peru, por exemplo.