Apesar desta retoma, o sobe e desce nos preços das encomendas da commodity para Julho prossegue, pois que no final de terça-feira (16) e início de quarta (17) já era evidente a queda do preço para 51,65 dólares, tendo a posterior avançado para os 52,26.
No mês passado, Abril no caso, as negociações do brent chegaram mesmo a superar a fasquia dos 56 dólares, altura em que os especialistas e países produtores acreditavam ser o momento de disparar para os pretendidos 60 dólares, aceite por todos como o preço ideal. Longe dos 120 dólares de outrora, as negociações dos futuros para o petróleo em concreto são cada vez mais difíceis, pois as reservas dos estados Unidos e a subida, de vez em quando, da oferta do xisto enfraquecem o optimismo do mercado.
O cenário do mês de Abril, quando começaram a ser feitas as encomendas petrolíferas para Junho, foi operado num preço por barril superior a 55 dólares.
Depois de um período de certa instabilidade, devido ao elevado estoque dos Estados Unidos da América (EUA), o barril do brent, que serve de referência às exportações angolanas, tornou a valorizar semanas depois.
Entre Fevereiro e Março, o quadro foi mais instável, pois os preços das negociações não ultrapassavam os 49 dólares, situação revertida no início de Abril, o que o mês de Maio tornou a repetir,
Todos estes indicadores de certa instabilidade não retiram ainda assim a continuidade do optimismo, sobretudo de Angola, que alinhou o seu OGE num preço de 46 dólares por barril.