A multinacional francesa Total vai apostar nos próximos dois anos na prospecção petrolífera em águas angolanas a 2.500 metros de profundidade, tendo obtido do Govern angolano a posição de operador e uma redução de 40% no imposto a pagar. Em causa estão vários decretos publicados nos últimos dias pelo, e que envolvem a actividade no bloco 48, que o Executivo recorda estar localizado em águas ultraprofundas. “O que representa uma complexidade operacional acrescida e um elevado risco de pesquisa dada as suas condições geológicas, caracterizadas por solos oceânicos de acesso difícil e reservatórios bastante rasos”, lê-se num dos decretos presidenciais.