O Goldman Sachs (+1.5 por cento), o Morgan Stanley (+0,73), o JP Morgan (+0,47), o Citi (+0,58), e o Bank of América (+0,31) lideraram as subidas em Wall Street, no início desta semana, e tal como na Europa os investidores americanos reagiram bem ao resgate dos bancos italianos.
A destacar na sessão de terça-feira (27) o facto de o Supremo ter reactivado, parcialmente, o veto migratório de Trump. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos concedeu na segunda-feira uma nova vitória à administração Trump, aceitando como válida uma parte do decreto anti-imigração conhecido como “travel ban“.
Nessa senda, Wall Street fechou com sinais mistos (o Dow Jones + 0,07 por cento, para 21.409,55 pontos; o S&P 500 (+ 0,03 para 2.439,07 pontos) ao passo que o Nasdaq (-0,44 para 5.777,59 pontos).
As acções da Chevron (-0,79 por cento) e da Exxon Mobil (-0,45) são as maiores responsáveis pelo travão de subida do Dow Jones. Além destes, outros títulos importantes deste índice como as Microsoft, Pfizer, McDonald ou Apple fecharam em terreno negativo.
As acções do Goldman Sachs são aqueles que levantaram mais o Dow Jones, subindo 1,55 por cento. Enquanto o JP Morgan também fechou com ganhos, embora mais moderados de 0,56.
John Williams, presidente da Reserva Federal de São Francisco, disse na terça-feira em público que “aumentar, gradualmente, as taxas de juro para trazer a política monetária de volta ao normal nos ajudará a manter o crescimento da economia a um ritmo que pode ser mantido por mais tempo”.