O mercado de Wall Street registou, até quarta-feira, perdas leves com o Dow Jones a descer 0,05 por cento para 25.806,63 dólares. O Nasdaq caiu 0,02 para 7.576,4 pontos e o S&P 500 perdeu 0,11 para 2.789,68. No epicentro das incertezas que mostram as negociações está a guerra comercial entre a China e os EUA.
O consenso dos analistas citados pelo Bolsamania garante que o mercado já está a descontar o melhor acordo possível entre as duas potências, Estados Unidos e China, mas agora os analistas querem saber mais detalhes.
Isto acontece num dia em que o Governo chinês estabeleceu como meta para 2019 um crescimento económico “entre 6 e 6,5 por cento”, num relatório divulgado antes do arranque da sessão anual do legislativo. O mesmo documento aponta uma meta em torno dos
3 por cento para a inflação.
Dados do português Económico adiantam que em 2018, a economia chinesa cresceu 6,6 por cento, o ritmo mais lento dos últimos 28 anos, coincidindo com crescentes disputas comerciais com os Estados Unidos.
No panorama empresarial, a General Electric caiu 4,72 por cento após antecipar um fluxo de caixa negativo para 2019 e após a forte recuperação que as suas acções registaram nas últimas semanas.
Dentro do Dow Jones, a empresa que mais subiu foi a UnitedHealth, com um ganho de 2,29 por cento, à frente da petrolífera Chevron (0,96) e da retalhista Walmart (0,52). No lado oposto da tabela o destaque vai para as acções da Walgreens (-2,07), seguido da 3M Co (-1,46) e DowDuPont (-1,05).