Os mercados accionários globais resistiram esta semana, a uma tempestade política no Reino Unido, com os investidores a apostarem que um Brexit sem acordo será menos provável depois que os legisladores britânicos derrotaram a proposta de separação do Brexit, da primeira ministra Theresa May.
Wall Street, o mercado de futuros dos EUA, apontava para uma abertura um pouco maior, já que os investidores estão a espera dos últimos lotes de ganhos bancários.
O índice blue chip futuros do Dow, por exemplo, subia 66 pontos ou cerca de 0,3 por cento, os futuros do S&P 500 subiam 6 pontos ou cerca de 0,2 por cento, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 indicava um ganho de 2 pontos ou menos de 0,1 por cento.
Os movimentos no pré-mercado vêm depois das acções subirem na terça-feira, com fortes ganhos da Netflix, o que levou as acções de tecnologia e internet a subirem.
Os mercados da Europa também estiveram em alta, embora as acções britânicas tivessem registado uma queda de desempenho, com o FTSE a cair em torno de 0,5 por cento, com a alta mais forte a empurrar as multinacionais como a Unilever e a Diageo menor.
Quanto às acções asiáticas terminaram em alta, com as acções da Austrália a atingirem máximas de dois meses, o Kospi, da Coreia do Sul, e Hang Seng, de Hong Kong, que alcançaram o topo de seis semanas.
Os movimentos nas bolsas revelam uma maior confiança. Também há maior optimismo nas relações internacionais.