O Banco de Desenvolvimento dos Estados da África Central (BDEAC) prossegue com o processo das reformas para a melhoria do seu desempenho financeiro sub-regional, segundo o seu presidente, Fortunato Mbo Nchama. “A ideia é fazer com que o BDEAC seja como as outras instituições similares no mundo e nunca atrás em relação aos outros”, disse Nchama, no termo de uma reunião do Conselho de Administração realizado recentemente, em Brazzaville. O presidente do BDEAC indicou, que a assembleia-geral que se realizou na capital congolesa constituiu a última etapa para a adopção das reformas que concernem aos textos fundamentais da instituição, bem como a sua política e a outros quadros.

Reformas
As reformas do BDEAC resultam das reuniões anteriores e da Cimeira dos Chefes de Estado da Comunidade Económica e Monetária da África Central (CEMAC), realizada em 2018 em N’Djamena, no Tchad. A implementação destas decisões, algumas das quais abrangem os estatutos do banco, deve permitir redinamizar a instituição comunitária, que atravessou uma zona de turbulências, há alguns anos, afirmou Nchama, frisando que “a progressão do BDEAC é positiva e incentivadora”. O Conselho de Administração do BDEAC reuniu os representantes de seis países da CEMAC, designadamente os Camarões, a República Centro Africana, o Congo, o Gabão, a Guiné Equatorial e o Tchad, bem como acionistas, entre os quais a França e Marrocos.