A China e os Estados Unidos da América (EUA) terminaram este semana “a guerra comercial e a imposição de novas taxas aduaneiras”, lê-se no comunicado conjunto depois de um encontro do vice primeiro-ministro chinês, Liu He, com o secretário do tesouro americano, Esteven Mnuchi.
O comunicado assinado permite diminuir o déficit comercial entre os dois países onde a China compromete-se a aumentar a compra de bens e serviços aos EUA. Os produtos agrícolas e a energia serão os sectores a serem explorados.
As metas a cumprir foram definidas durante a visita a Pequim, há duas semanas, de Esteven Mnuchi, onde os americanos exigiram uma redução de 200 mil milhões de dólares no déficit comercial até 2020.
Os chineses e americanos propõem-se a aumentar a cooperação na questão da propriedade intelectual, um dos “calcanhares de Aquiles” temporariamente a imposição de tarifas a China. No ano passado, 2017, a China registou um superavit de 278,8 mil milhões de dólares, no comércio com os EUA.
As contas de Washington fixam o superavit chinês em 375,2 mil milhões de dólares (304,1 mil milhões de euros).