A dívida oculta contraída pelo governo do primeiro-ministro Patrice Trovoada supera 70 milhões de dólares, disse segunda-feira em São Tomé o primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe.
Jorge Bom Jesus, no final de uma visita às instalações do Tribunal de Contas, disse ainda que “…essas dívidas internas têm de ser vistas com toda a seriedade e trabalharemos no sentido de apurar as responsabilidades, mesmo as criminais, caso seja necessário”.
O primeiro-ministro adiantou que o valor mencionado de mais de 70 milhões de dólares pode vir a aumentar, “uma vez que os trabalhos de apuramento não estão ainda concluídos”, segundo a agência noticiosa Lusa.
Bom Jesus recordou que a dívida pública interna é a que causa mais problemas às empresas nacionais e lamentou que as dívidas do Estado tenham causado a falência de várias empresas, “porque é o próprio Estado que não cumpre com as suas responsabilidades”.
O Fundo Monetário Internacional acusou o governo do ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada de ter ocultado várias dívidas e despesas no valor equivalente a 3,0 por cento do PIB, o que faz com que a dívida de São Tomé e Príncipe esteja “praticamente descontrolada”.
“Quando estivemos cá em Abril, descobrimos que tinham sido feitas despesas na ordem dos 2,0 por cento do PIB que não tinham entrado nas contas que nos tinham sido apresentadas”, declarou Xiangming Li, chefe da missão do FMI para São Tomé e Príncipe.
A chefe de missão adiantou que a esses 2,0 por cento há que adicionar o equivalente a 1,0 do PIB, resultante de empréstimos contraídos por entidades públicas junto da banca comercial, “o que fez com que o país tenha superado o indicador de referência anteriormente estabelecido”.
Jorge Bom Jesus, no final de uma visita às instalações do Tribunal de Contas, disse ainda que “…essas dívidas internas têm de ser vistas com toda a seriedade e trabalharemos no sentido de apurar as responsabilidades, mesmo as criminais, caso seja necessário”.
O primeiro-ministro adiantou que o valor mencionado de mais de 70 milhões de dólares pode vir a aumentar, “uma vez que os trabalhos de apuramento não estão ainda concluídos”, segundo a agência noticiosa Lusa.
Bom Jesus recordou que a dívida pública interna é a que causa mais problemas às empresas nacionais e lamentou que as dívidas do Estado tenham causado a falência de várias empresas, “porque é o próprio Estado que não cumpre com as suas responsabilidades”.
O Fundo Monetário Internacional acusou o governo do ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada de ter ocultado várias dívidas e despesas no valor equivalente a 3,0 por cento do PIB, o que faz com que a dívida de São Tomé e Príncipe esteja “praticamente descontrolada”.
“Quando estivemos cá em Abril, descobrimos que tinham sido feitas despesas na ordem dos 2,0 por cento do PIB que não tinham entrado nas contas que nos tinham sido apresentadas”, declarou Xiangming Li, chefe da missão do FMI para São Tomé e Príncipe.
A chefe de missão adiantou que a esses 2,0 por cento há que adicionar o equivalente a 1,0 do PIB, resultante de empréstimos contraídos por entidades públicas junto da banca comercial, “o que fez com que o país tenha superado o indicador de referência anteriormente estabelecido”.