O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou em 2017 que a África Subsaariana iria crescer 2,7 por cento, ligeiramente mais que o previsto, essencialmente devido à melhoria nas previsões de crescimento económico da África do Sul.
Na actualização das perspectivas económicas globais (World Economic Outlok), o FMI dizia que o ambiente permanecia desafiante, com a economia africana a crescer 2,7 por cento em 2017, mais 0,1 pontos percentuais do que o previsto, e 3,5 em 2018.
Para esta região do mundo, que inclui a maioria dos países lusófonos, mas para os quais não existem actualizações individuais, o crescimento previsto “mal vai voltar a território positivo em termos individuais [per capita] e mantém-se negativo para a economia de cerca de um terço dos países”.
A ligeira revisão dos números para 2017 reflectia a uma melhoria modesta das perspectivas de crescimento para a África do Sul, que beneficiou de melhor produção agrícola e mineira, apesar de atravessar uma época de “elevada incerteza política”.
A África do Sul registou um crescimento do PIB de 2,5 por cento face ao ano de 2016.